Um estudo feito pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgado nesta segunda-feira fala sobre as graves consequências pela preferência por bebês do sexo masculino em muitos países da ásia.
Essa preferência é muito enraizada na cultura asiática pois a mulher, como regra geral, não pode passar o sobrenome da família adiante e ainda é vista até como endividamento pois, quando casam, são seus pais que tem de pagar o chamado 'dote'. Ainda não pode se dizer que já é incomum o aborto ou até abandono de bebês do sexo feminino em certas regiões, apesar desta prática estar caindo principalmente nas regiões mais desenvolvidas.
Esse estudo concluiu que esse desequilíbrio poderá não somente criar dificuldades para os homens acharem esposas mas também poderá aumentar a incidência de violência sexual e até o tráfico de mulheres.
Nos quatro países estudados, Índia, China, Nepal e Vietnã, muitos pais usam o ultra-som para verificar o sexo da criança e, caso seja mulher, se preparam para abortar. Na China a proporção é de 100 bebês do sexo feminino para 120 masculino quando, o normal, seria de 100 para 105. Ou seja, essa geração já está sofrendo com falta de mulheres e ainda foi agravado pela política de "um bebê por casal" no começo da década de 80. Afim de combater o problema o Governo Chinês está fazendo campanhas de informação.
Já na Índia a sociedade civil e os médicos estão discutindo cada vez mais essa questão e novas leis contra a violência doméstica e discriminação na hora da divisão de heranças já foram aprovadas.
No Nepal e no Vietnã no entanto não há nenhum expressivo movimento para coibir esse tipo de prática e a UNFPA recomenda as ações da China e Índia como exemplo.
Como conclusão Thoraya Ahmed Obaid, diretora executiva da UNFPA, disse: "Desequilíbrios na proporção entre os sexos só levam a grandes desequilíbrios na sociedade como um todo. Como resposta, precisamos espalhar a mensagem de que todo ser humado que nasce tem o mesmo direito a dignidade, valor e direitos humanos".
É algo mais grave do que parece.
Só coloquei esse post que é pra facilitar a busca do Gigante Ásia. Se alguém procurar um blog sobre a cultura, história e política na ásia ficará mais fácil de achar.
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Algumas coisas podem ser engraçadas de analisar. Uma pesquisa realizada pela fabricante de preservativos Durex sobre o número de relações sexuais em diversos países teve o seguinte resultado: os gregos ficaram com a medalha de ouro com 164 ao ano, os brasileiros a medalha de prata com 145 vezes e, os chineses aparecem em 3º lugar com 122 vezes. A média mundial é de 103 relações sexuais ao ano.
Não vamos fazer aqui uma grande análise sócio-econômica sobre o assunto, mas gostaríamos de 'comparar' com os japoneses que aparecem com 48 relações ao ano. O interessante nesse assunto é que a indústria pornográfica japonesa é uma das maiores do mundo e se trata de uma sociedade muito mais aberta ao assunto do que a chinesa. Na China a pornografia é proibida e, como desculpa para se ver mulher pelada, por exemplo, é feito revistas com nu artístico.
Ainda de acordo com essa pesquisa os chineses são os "amantes mais tímidos do mundo" pois 44% deles não dizem o que eles sentem aos parceiros na cama. Essa notícia fica sem demais comentários para quem quiser refletir mais, pois é um assunto que merece até mais reflexão para os especialistas.
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Pronto, já há uma solução para os atuais conflitos em Mianmar e é mais simples do que parece. Vocês mulheres peguem suas calcinhas e mandem para a embaixada de Mianmar mais perto de sua casa. Pode ir entregar pessoalmente, via correio, o importante é mandar.
Mulheres de diversos países como Tailândia, Austrália, Cingapura, Inglaterra já mandaram as suas e o motivo é que os generais do país são muito supersticiosos e acreditam que o contato com roupas íntimas femininas enfraquecem seu poder. Alías, dizem que o general Than Shwe, líder da junta militar, é o mais supersticioso de todos.
O site Lanna Action for Burma, que está divulgando a campanha em protesto contra a recente repressão no país diz: "Você pode enviar, entregar ou atirar as suas calcinhas na embaixada birmanesa mais próxima a partir de hoje. Não perca tempo, envie várias vezes!". Para acessar o site basta clicar: http://lannaactionforburma.blogspot.com/. Uma maneira interessante de combater a repressão.
- Na primeira visita de um dirigente palestino à Indonésia, a maior nação muçulmana do mundo, foram assinados acordos de cooperação entre as agências de notícias estatais dos dois países, a "Antara" e a "Wafa". Acordos de colaboração em consultas administrativas, cooperação técnica em recursos humanos e contatos diplomáticos também foram feitos. Mas o principal objetivo de Abbas em sua visita a Yudhoyono é obter apoio da Indonésia na reunião promovida para solucionar o conflito do Oriente Médio pois o país tem uma cadeira não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas;
- Kim Yong-il, o primeiro-ministro da Coréia do Norte, chegará na sexta-feira ao Vietnã numa viagem que tem como objetivo preparar a visita do líder norte-coreano, Kim Jong-il, que deve ter cinco dias de duração.
Prezados amigos, sou fã declarado e assíduo dos filmes coreanos. Há um tempo atrás publicamos aqui uma notícia sobre a crise na indústria das novelas coreanas (http://giganteasia.blogspot.com/2007/09/novelas-coreanas-entram-em-crise.html). Fiquei preocupado. As novelas também fazem parte da cultura que a Coréia exporta com muito sucesso e pensei que a indústria cinematográfica coreana poderia ser afetada também. Então, procurei a opinião de alguém que está lá, vivendo isso no dia a dia. Segue abaixo então o artigo de nossa amiga coreana Lee Su-ji. Espero que gostem, podemos ter outra visão do assunto.
O futuro da indústria cinematográfica coreana
por Lee Su-ji*
Jun Do-yeon teve a honra de receber o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes este ano. Esse não é o único exemplo recente de sucesso na indústria cinematográfica coreana. Park Chan-wook ganhou o Grande Prêmio em Cannes em 2004 com seu filme “Old Boy”.
Os diretores Im Kwon-taek de “Chihwaseon”, Lee Chang-dong que fez “Oasis” e “Samaria’’ de Kim Ki-duk também receberam prêmios nos festivais de Cannes, Berlin e Venice.
Nós com certeza queremos continuar a ganhar prêmios pelo bem de nossa indústria cinematográfica e pelos amantes do cinema. Mas, para faze-lo nós precisamos entender porque os filmes coreanos fazem sucesso no exterior. Alguns desses filmes nem são os que fazem sucesso aqui na Coréia, mas fazem lá fora.
O que o mundo gosta nos filmes coreanos não são suas estrelas nem o sucesso de bilheteria. São os diferentes assuntos e uma abordagem diferente que os filmes de Hollywood. Os filmes mostram a condição humana de um ponto de vista bem coreano, mas o público estrangeiro ainda consegue se identificar com os personagens.
Teríamos mais filmes de sucesso se tivéssemos mais diretores talentosos. Mas como os talentos podem ser descobertos e desenvolvidos? Apoiar a indústria cinematográfica requer políticas pertinentes e muito investimento.
A Coréia do Sul é um dos oito países com cotas no campo cinematográfico. Alguns outros países como a França, Indonésia e a China têm métodos de cotas de exibição e leis para a importação de filmes estrangeiros. As cotas na Coréia seguem a proporção de filmes nacionais e o número de dias exibidos para proteger a indústria nacional e para ajudá-la a crescer.
Recentemente houve uma grande controvérsia sobre a abolição dessas cotas entre os EUA e a Coréia. Aqueles contra a abolição das cotas são em sua maioria empresários do ramo. Eles dizem que isso levaria a uma redução nos investimentos nos filmes nacionais. 
Aqueles que apóiam a abolição da cota enfatizam que os fãs de cinema têm o direito de assistir o que eles querem. Mantendo as cotas, dizem eles, não necessariamente significa apoiar os filmes coreanos, só ajuda no lucro de algumas poucas grandes empresas do ramo com seus filmes de baixa qualidade, que só focam nas estrelas.
Há algum tempo a indústria cinematográfica parece ter um futuro próspero e isso deve atrair mais investimentos. São boas notícias. Mas, se o dinheiro for investido sem um maior entendimento dos filmes, as coisas só irão piorar. Filmes de baixa qualidade iriam ser feitos e o público só iria ignorá-lo.
E, apesar de todos os prêmios e reconhecimento internacional, alguns críticos tem uma visão negativa da indústria cinematográfica coreana. Dizem eles que os prêmios são superficiais e que a indústria como um todo não é saudável. Recentemente a Megabox, uma das maiores redes de cinema aqui da Coréia, foi vendida para um grupo estrangeiro.
Outro sinal ruim é que somente 6 filmes de 108 lançados no ano passado alcançaram lucro de mais de 50%. O que é pior, o governo está cortando essas cotas devido à um acordo com os EUA. A indústria prevê que somente 7 filmes nacionais serão feitos em 2008.
O que é necessário é fazer o investimento certo nos lugares certos. As pessoas devem entender que a indústria cinematográfica é um bem cultural assim como uma indústria. Para isso, precisamos de investidores que realmente entendem e gostam de filmes, não daqueles que querem dinheiro em curto prazo. Se pudermos fazer isso, a cota não importaria tanto.
Nós não podemos esperar que os investidores privados invistam sem um retorno razoável. Uma política governamental apropriada é necessária. A abolição da cota pode ser inevitável. O Governo então deve sugerir outra política para o crescimento do mercado doméstico de filmes.
Acima de tudo, um apoio para filmes independentes é necessário. Essa é a maneira que podemos realmente apoiar a indústria cinematográfica e achar diretores talentosos que podem ganhar outros prêmios no futuro.
Lee Su-ji é estudante de literatura e lingual inglesa na Universidade Konkuk, na Coréia do Sul. Para contatá-la: skyey11@naver.com
Mulher se prepara para participar de uma peça no Dia de Mahadashami, o último dia do Festival Durga Puja, em Kolkata, na Índia.
Fonte: Jornal "The Statesman"
Primeiro-Ministro da Malásia, Najib Razak, e o Ministro da Defesa da França, Herve Morin, na cerimônia de lançamento do primeiro submarino malasiano.
Fonte: AFP
Queria colocar algo de alguma maneira engraçada no blog. Estamos muito sérios. Então esse vídeo serve para variar um pouco.... outro dia vi um japonês que se intitulava "homem bolha" e achei muito bom. Há razão de ser o nome: um cara que anda, ou melhor, pula, saltita, pelas ruas dentro de uma bolha, uma bola se quiser. É algo parecido com uma goma de mascar. E o melhor, não se passa frio dentro da bolha, apesar de ser escorregadia na neve.
Lembrei então desse vídeo incrível onde um japonês que, se não está deveria estar no Livro dos Records, tira a roupa em incríveis 7 segundos! E não, ele não está usando apenas bermuda. Só fico pensando... o que levou esse homem a praticar isso?
De vez em quando comentamos alguma coisa sobre esporte por aqui. Falamos já sobre a queda de braço entre a ATF, que é a Federação de Tênis Asiática e a ATP. Também falamos sobre a F1 na Ásia e sua crescente popularidade por lá, e agora vamos falar mais! Essa notícia que vamos comentar não é nenhuma surpresa, iria acontecer cedo ou não tão cedo.

Os japoneses são os únicos asiáticos com alguma relevância na categoria, não é? Pois bem, agora a Índia entrou no jogo também, e não será exatamente nas pistas. O empresário indiano Vijay Mallya acaba de se tornar o co-proprietário na equipe Spyker, e já planeja mudar o nome para "Force India". Nome interessante, não?
Mallya afirmou: “Acho que a entrada da Índia dará forças para a Ásia prosperar na categoria. Muita gente pede alternativas ao críquete, que é o esporte oficial do país, e a Fórmula 1 é a melhor opção”. Quero ressaltar as palavras dele sobre "dará forças para a Ásia".
Além disso a Índia deve contar com seu próprio GP a partir de 2010, assim como a Coréia do Sul. Alías, a partir do ano que vem terão cinco etapas no continente: Malásia, Bahrein, Cingapura, China e Japão. Haja calendário para tanta corrida!
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Primeiro as ruins e expressas:
- Pelo menos 15 pessoas ficaram feridas e outras 16 morreram após a explosão em uma fábrica de fogos de artifício no sudoeste do país;
- Mais 34 pessoas morreram e outras 21 ficaram feridas em um incêndio numa fábrica de sapatos na cidade de Putian, província de Fujian;
Agora as boas e as rápidas:
- Segundo estudo da Boston Consulting Group (BCG) em 2015 a China será o segundo maior mercado do mundo. O estudo foi feito baseada no consumo de 4.258 pessoas em 13 cidades chinesas e conclui que a maioria planeja gastar mais. É claro, a economia anima e muito: o país cresceu entre três e cinco vezes mais rápido que os países desenvolvidos nos últimos 50 anos;
- Venezuela e China criaram um fundo de investimentos de 4.196 milhões de euros;
- Um estudo Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) indica que o Brasil perdeu para a China mais de 1 bilhão de dólares em exportação para os Estados Unidos no ano passado. Segundo a Fiesp se esse ritmo continuar o país deixará de exportar quase a metade de suas vendas para os americanos que somaram 26,17 bilhões de dólares em 2006;
- Taiwan planeja desenvolver uma bomba não-letal de grafite capaz de interromper o fornecimento de energia elétrica na China. Essa bomba tem um custo estipulado em US$ 16 milhões e deve começar a ser desenvolvida no início de 2008;
- O representante da UE para o Comércio Exterior, Peter Mandelson, disse nesse domingo: "A China deve tomar mais medidas para remediar os crescentes desequilíbrios na balança comercial com a União Européia (UE) se quiser que a sua relação com o bloco continue a progredir". Pode ser um sinal que a UE começa a endurecer seu relacionamento quanto à política cambial do país. Há certa razão nessa preocupação: o superávit comercial da China com a UE alcançou 86 bilhões de euros só nos primeiros sete meses deste ano.