* Entrevista que saiu no Estadão com o cientista político de Cingapura Kishore Mahbubani. Leiam que vale a pena!

É só clicar no post para ir até a página do Estadão.
Me sinto na obrigação de compartilhar essa grande novidade estética com as mulheres do mundo. É uma grande novidade que irá revolucionar o tratamento da pele feminina (e, porque não, masculina?) e que já virou moda na Coréia do Sul.

Trata-se se uma máscara facial feita de nossas amigas baratas!
Limpinhas, bem-criadas, elas são retiradas dos laboratórios onde vivem e vão direto para o liquidificador onde, depois de trituradas, são acrescidas de iogurte. Misture bem o composto, espalhe pelo rosto e aguarde... o resultado? Eu não sei!

Vejam vocês o vídeo dispinível:


Documentário muito bacana sobre a ocupação Indonésia na parte leste da ilha do Timor. Vencedor do Festival de Gramado.
Vale a pena conferir!

Voltando a atualizar com frequência quero dar preferência para notícias rápidas. E agora vou lhes passar uns números sobre o Comércio Americano com alguns países asiáticos.

Falando sobre os seis primeiros meses deste ano os EUA acumula um déficit com os países do leste asiático (ASEAN) de US$ 160,444 bilhões, um pouco menor em relação ao mesmo período de 2007 quando bateu US$ 172,032 bilhões. Os números aqui mostrados são somente de comércio de bens e não de serviços.

Olhando para o comércio China/ EUA pode-se notar uma estabilidade: entre janeiro e junho do ano passado o déficit foi de US$ 117,448 bilhões enquanto neste ano foi de US$ 117,463 bilhões.

Com o Japão os EUA também sofrem com o déficit apesar de ter diminuído um pouco nesse período que estamos falando: US$ 40,138 bilhões em 2007 e US$ 39,694 bilhões neste ano.

Os americanos só têm superávit com o que o Departamento de Comércio dos EUA chama de "países industrializados recentemente" (que são Hong Kong, Coréia do Sul, Cingapura e Taiwan). No ano passado eles tinham um déficit de US$ 3,187 bilhões e neste ano o superávit em seu comércio de bens com o grupo foi de US$ 5,333 bilhões. Resultado muito bom, sem dúvida.

Não é preciso ir muito fundo para analisar o peso dos asiáticos no comércio americano. Somente os países do que foi de US$ 394,057 bilhões. Só a China representa algo como 30% desse bolo.
A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) divulgou dados muito interessantes sobre a indústria eletroeletrônica no país. Há pouco li que a China já é o maior exportador de produtos eletrônicos de alta tecnologia, não surpreende. Então, resumindo a notícia da Abinee: 63% dos eletroeletrônicos importados no Brasil vieram da Ásia no 1º semestre!

Dentro desses produtos importados os telefones celulares somaram US$ 334 milhões resultando em um aumento de 148% se comparado ao mesmo período de 2007. Impressionante.

Mas, são os semicondutores que ficam no topo da lista totalizando um montante de US$ 2,024 bilhões, 28% a mais do que na primeira metade de 2007.

Sejamos justos, não é só o Brasil que tem esses números no setor.
Assim como aconteceu anteriormente com outros países asiáticos como Japão e Cingapura, hoje a China já não é mais somente um "centro de cópias baratas". Investir em tecnologia já é uma das prioridades do governo chinês há algum tempo. Os números demonstram: os gastos em P&D subiram de 0,64% do PIB para 1,33% entre 1997 e 2005 no gigante asiático.

E uma pesquisa inédita da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) confirma que essa diretriz chinesa está dando bons resultados para o país. Tanto que levou o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da entidade José Ricardo Roriz Coelho, afirmar: "É uma falácia dizer que os produtos chineses são cópias baratas dos fabricados em outros países".

Hoje os produtos manufaturados de alta tecnologia são o principal item de exportação chinesa, e o tornou o maior exportador desses produtos logo em 2006. Pegando o ranking da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) daquele ano:
- China: exportação de US$ 343,9 bilhões;
- EUA: US$ 323,8 bilhões;
- Alemanha: US$ 214,3 bilhões;
- Japão: US$ 156,4 bilhões.

É claro, temos de pensar que muitas dessas exportações são de empresas estrangeiras porém, vale ressaltar que o país também tem gigantes na área como LeNovo e Haier. Em médio prazo só podemos prever que esse tipo de exportação e investimento irá crescer na China e o "estigma" de "cópia barata" deve passar para outros países asiáticos como Vietnã, Tailândia e Malásia. Detalhe que esse "bastão" está circulando entre as economias asiáticas desde meados do século passado.

Matéria muito interessante da AFP, confiram.

Quatro dias após o início das Olimpíadas na China, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente relata que as chuvas dos dias 10 e 11 e medidas do governo foram decisivas para que houvesse melhora na qualidade do ar na capital do país.

- Notícia retirada do Newsletter da ONU Brasil

Crise alimentar e energética. Na 1ª muitos países, inclusive asiáticos, começaram a impedir a exportação de alimentos. Na 2ª o jeito é procurar fontes alternativas que diminuam a dependência do petróleo.

Uma outra maneira encontrada pela ASEAN, China, Coréia do Sul e Japão é criar reservas de petróleo, claro, somente para diminuir o impacto das altas de preço. Ainda não há um parâmetro a ser seguido pelos 13 países, isso será decidido na 1ª reunião do grupo a ser realizada em novembro, em Manila.

Nesse encontro da ASEAN essas duas crises mencionadas foram de grande preocupação e que afeta diretamente a região, a que mais cresce no planeta.
Sabia que o Tikara e a Keika já estão conhecidos do outro lado do mundo? Os dois estão num carimbo comemorativo do Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil que foi estampado sobre dez selos lançados no Japão com paisagens do nosso país, como o Corcovado e as Cataratas do Iguaçu, e com o navio Kasato Maru, que trouxe os primeiros nipônicos para nossas terras, em 1908.

Foram impressos 15 milhões de selos. Eles foram desenhados por Fumiaki Kanematsu, uma artista especializada em ilustrações para selos.

Tikara e Keika foram criados por Mauricio de Sousa como mascotes do Centenário e o serviço postal japonês enviou um agradecimento especial ao criador da Turma da Mônica, por meio do cônsul do Japão no Brasil, Akira Kusunoki.

Aqui no Brasil, Tikara e Keika continuam participando das festividades do Centenário e já estrearam nos gibis, na revista Mônica 18, lançada em junho de 2008.

* Retirado do site da Turma da Mônica

Nas duas últimas edições dos Jogos Olímpicos a Coréia do Norte e do Sul desfilaram juntas na cerimônia de abertura. Bacana. Dessa vez, isso não aconteceu.

Há mais de um mês os norte-coreanos já haviam manifestado essa posição. Fizeram mais, para não "seguir" os sul-coreanos mudaram a ordem afabética (chinesa) prevista do desfile, ficando assim 4 posições da Coréia do Sul. Os motivos não precisam ser ditos.

Curioso também foi ouvir o misto de vaia e aplausos quando a "China Taipei" entrou no desfile. Isso não aconteceu com "China Hong Kong", não é? São os jogos sendo usados para fins "políticos".
Sou fã de HQ e não poderia deixar essa notícia passar sem poder comentar.
Se trata de um trabalho conjunto entre os paleontólogos do Museu de História Natural de Berna, na Suíça, e o artista sul-coreano Hyungkoo Lee, que montaram os esqueletos de alguns personagens de quadrinhos e desenhos animados. Como seria se eles realmente fossem seres vivos?

Hyungkoo Lee usou algumas técnicas científicas e simulações de computador para chegar nos esqueletos feitos com resina da exposição "Animatus" que ficará aberta ao público até 31 de agosto.

Para conferir outras fotos é só clicar: http://diversao.uol.com.br/album/bbc/bbc_esqueletos_quadrinhos_album.jhtm

Não vou aqui falar sobre energia nuclear e seus benefícios ou malefícios. Vou compartilhar essa história.

Nesta semana os japoneses fizeram algumas manifestações para relembrar as bombas nucleares jogadas em Hiroshima e Nagasaki. E, todos sabem que os EUA possuem bases no Japão (que tem sido alvo de “polêmicas” conforme já falamos aqui). Nesse momento Tóquio e Washington negociam a colocação do porta-aviões movido a energia nuclear “George Washington” em Yokosuka. Claro, faz parte da política de “segurança” dos EUA para a Ásia. (Segurança para quem?)

E ontem o governo americano divulgou um comunicado que fala sobre o vazamento do submarino USS Houston movido a energia nuclear que começou em junho de 2006 e durou até julho do ano corrente. Ou seja, durante esses dois anos todos os portos em que o submarino esteve, inclusive os japoneses Yokosuka, Sasebo, além de Guam e Pearl Harbor, foram afetados.

Os governos de ambos países disseram que o vazamento foi muito pequeno e que acreditam que não tenha causado danos. Tampouco deve afetar a alocação do “George Washington” no Japão.

Então, na minha opinião, algumas perguntas ficam no ar. O Japão precisa desse porta-aviões mesmo? Precisa mesmo da ajuda americana para se proteger? A Coréia do Norte não está sendo usada como justificativa para uma corrida armamentista na Ásia? Diante tantos erros cometidos em solo japonês, o que justifica a presença americana? É de se pensar.
Voltando a atualizar o blog, depois de alguns problemas com o computador. O tema não poderia ser outro: Olimpíadas que está começando oficialmente no dia de hoje.

E gostaria de falar sobre uma esfera política que envolve esses jogos: de novo EUA x China.

Em sua parada na Tailândia o presidente americano Bush declarou, entre outras coisas: "Os Estados Unidos se opõem energicamente à detenção de dissidentes políticos, defensores humanos e militantes religiosos na China. Pedimos uma imprensa livre, liberdade de reunião e direitos trabalhistas, não para provocar rivalidade com as autoridades chinesas, mas porque confiar maiores liberdades a seu povo é a única forma de a China desenvolver plenamente seu potencial".

Por sua vez a China respondeu simplesmente que se opõe "energicamente a qualquer declaração ou ação que interfira nos assuntos internos em nome dos direitos humanos ou da religião".

Dentro disso tudo vale a pena lembrar que muitos críticos do Governo Chinês pediram que Bush boicotasse a abertura dos Jogos o que, diplomaticamente, seria um desastre incalculável. Então Bush Jr. justificou sua presença para aplaudir os "atletas da liberdade" (alguma coisa assim, não é?), além de demonstrar seu respeito à China.

Enfim, não preciso voltar no óbvio fator econômico. China e EUA são dependentes um do outro, mas será que as relações diplomáticas realmente afetariam as econômicas?

Enquanto toda a cortina dos Jogos se abrem a China mostra ao mundo sua potência e vigor econômico, mas, acima de tudo, mostra ao seu povo sua própria grandiosidade. Uma espécie de lavagem cerebral?

E, por fim, haverá a briga das medalhas, poderá a China bater os EUA?

Então essas Olimpíadas marca a história de um país que passou de Império, para uma República retalhada, para um Comunismo unificador e um capitalismo controlado. Marca também um "começo" de um século asiático, de, pela primeira vez, um país de 3º mundo estar sediando um acontecimento desse porte.

Enfim, marca grandes mudanças no cenário internacional e nada voltará a ser como era antes.