O Presidente Chen Shui-bian disse ontem que Taiwan começará a consultar os EUA antes de desenvolver mísseis de longa distância. Estamos acompanhando essas novas tentativas da ilha da Formosa de mostrar seu poderia militar para o mundo, como o desfile militar em seu dia nacional, e pressionar por seu lugar nas Nações Unidas.
A declaração de Chen Shui-bian só vem depois do bloqueio de verba para o míssil Hsiung-feng 2E, que segundo o Governo, poderia atingir Shanghai e havia especulação de que seria carregada com armas nucleares. Sobre isso o Presidente declarou: "Eu reafirmo e garanto que Taiwan não irá desenvolver, importar ou usar nenhuma arma nuclear".
Os EUA já declarou sua preocupação com a corrida de mísseis de Taiwan, mas Chen Shui-bian garantiu que irão consultar e comunicar os americanos antes de começar a fazer qualquer coisa do tipo e ressaltou que tais armas só serão usadas para contra atacar e dar tempo de aliados os ajudarem em caso de alguma guerra acontecer.
Chen também falou sobre o referendo que deve acontecer em março do ano que vem para a ilha tentar sua filiação junto a ONU sob o nome de 'Taiwan' e não mais como 'República da China'. O presidente se diz confiante quanto ao apoio popular mas nega que seria um 1º passo rumo a independência do país, que é este o grande medo de Beijing.
Alías, o referendo irá acontecer junto das eleições locais e um pouco antes das Olimpíadas, será que Taiwan irá se aproveitar disso?
Para que o voto nas Nações Unidas tenha sucesso, mas da metade dos eleitores de Taiwan (16.8 milhões) devem ir às urnas e mais de 50% tem de apoiar a iniciativa. O Partido Democrático Progessista (DPP), o maior da ilha, já juntou 1.9 milhões de assinaturas a favor do referendo acontecer - são mais de 800,000 assinaturas das necessárias para a votação acontecer. O DPP espera recolher mais de 2 milhões de assinaturas ainda esta semana para mostrar o imenso apoio popular da iniciativa.
O referendo irá acontecer e, sem dúvida, é um passo a mais para Taiwan mas a China não está disposta a ficar com seus braços cruzados. Chen afirmou que esse referendo não se trata de fazer ou não a independência de Taiwan e sim da não reunificação da ilha com a China continental. Não seria isso a mesma coisa?
A declaração de Chen Shui-bian só vem depois do bloqueio de verba para o míssil Hsiung-feng 2E, que segundo o Governo, poderia atingir Shanghai e havia especulação de que seria carregada com armas nucleares. Sobre isso o Presidente declarou: "Eu reafirmo e garanto que Taiwan não irá desenvolver, importar ou usar nenhuma arma nuclear".Os EUA já declarou sua preocupação com a corrida de mísseis de Taiwan, mas Chen Shui-bian garantiu que irão consultar e comunicar os americanos antes de começar a fazer qualquer coisa do tipo e ressaltou que tais armas só serão usadas para contra atacar e dar tempo de aliados os ajudarem em caso de alguma guerra acontecer.
Chen também falou sobre o referendo que deve acontecer em março do ano que vem para a ilha tentar sua filiação junto a ONU sob o nome de 'Taiwan' e não mais como 'República da China'. O presidente se diz confiante quanto ao apoio popular mas nega que seria um 1º passo rumo a independência do país, que é este o grande medo de Beijing.
Alías, o referendo irá acontecer junto das eleições locais e um pouco antes das Olimpíadas, será que Taiwan irá se aproveitar disso?
Para que o voto nas Nações Unidas tenha sucesso, mas da metade dos eleitores de Taiwan (16.8 milhões) devem ir às urnas e mais de 50% tem de apoiar a iniciativa. O Partido Democrático Progessista (DPP), o maior da ilha, já juntou 1.9 milhões de assinaturas a favor do referendo acontecer - são mais de 800,000 assinaturas das necessárias para a votação acontecer. O DPP espera recolher mais de 2 milhões de assinaturas ainda esta semana para mostrar o imenso apoio popular da iniciativa.
O referendo irá acontecer e, sem dúvida, é um passo a mais para Taiwan mas a China não está disposta a ficar com seus braços cruzados. Chen afirmou que esse referendo não se trata de fazer ou não a independência de Taiwan e sim da não reunificação da ilha com a China continental. Não seria isso a mesma coisa?

Comments (1)
Ahahahahah essa é boa. Quer dizer que o resto do mundo pouco importa? Porquê consultar só os EUA? Me impressiona quando esse "respeito" ao senhor feudal global é tão descarado.