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Já há de ter sido feito um estudo sobre a razão dos japoneses gostarem tanto de robôs. Já falei aqui sobre o plano governamental de ter robôs em todos os lares até 2015 e também sobre o desfile de uma robô humanóide.

Agora o Centro Estratégico de Desenvolvimento Espacial do Japão declarou que planeja enviar um robô humanoíde à Lua até 2020! Foi uma declaração ainda muito vaga, um simples desejo na verdade, e que faz parte de um plano que será construído nos próximos 2 anos. Apesar da falta de detalhes no projeto, não é de se duvidar que isso seja feito, não é mesmo?
No último domingo, dia 1º de março, o satélite lunar chinês Chang'E I pousou na lua com sucesso. Lançado em outubro de 2007 esse pouso encerra a primeira fase do programa de exploração lunar. O próximo passo será lançar em 2010 seu primeiro módulo espacial para um ano depois realizar um acoplamento com a finalidade de montar uma estação espacial.

Nos últimos tempos estamos vendo muito países asiáticos lançando satélites, foguetes e tudo mais para o espaço deixando, cada vez mais, os EUA e sua Nasa para trás.

Ninguém quer ficar de fora dessa "corrida espacial" na Ásia e um país que estava "faltando" nisso era a Coréia do Sul.

Para entrar de vez nessa briga espacial os sul-coreanos estão acabando um foquete, batizado temporariamente de Korea Space Launch Vehicle-1 (KSLV-1), que será lançado no segundo semestre desse ano e está em construção desde 2002 em conjunto com a Agência Espacial Russa.

Já foram gastos US$ 333,4 milhões nesse projeto e outros US$ 2 mil será dado ao vencedor desse concurso. Para participar basta entrar no site do Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia (www.kslv.or.kr) e sugerir um nome que reflita a importância histórica do foguete para o país e, claro, também seja fácil de lembrar. Uma iniciativa interessante eu achei.

Nesta sexta-feira o Japão lançou em órbita o satélite "Ibuki" (em japonês: "sopro de oxigênio") numa iniciativa inédita até o momento.

O "Ibuki" está equipado para a observação de gases causadores do efeito estufa, entre eles o dióxido de carbono (o famoso CO2) e seu impacto em nosso planeta. Em apenas 100 minutos o satélite dará uma volta completa na Terra medindo a densidade desses gases em 56 mil pontos do planeta.

Medir o impacto e estudar o comportamento desses gases lá de cima é uma iniciativa não apenas inédita mas que pode ajudar a humanidade a definir como atuar contra o aquecimento global.

Para se ter sucesso é preciso errar diversas vezes, não é verdade? Essa foto mostra que o programa espacial chinês também tem seus percalços. O Foguete Longa Marcha 4-B explodiu no Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan. Ele transportava apenas alguns satélites codificados. A foto é da Xinhua.
Nessa quarta-feira a Índia entrou de vez nessa "corrida espacial" e reafirmou o papel da Ásia nessa briga ao lançar sua primeira missão à Lua.

O foguete PSLV saiu do Centro Espacial de Sriharikota levando na bagagem o satélite Chandrayaan-1 que será utilizado para realizar experiências e observações na Lua por dois anos. Tudo avaliado em US$ 80 milhões.

Esse é o primeiro passo de um ambicioso plano espacial que almeja outros lançamentos em 2010 e 2012 e também mandar sua própria tripulação.

A Organização de Investigação Espacial da Índia (ISRO, na sigla em inglês) foi fundada em 1963 e esta já é considerada a missão mais importante desses 45 anos. Desde então lança seus próprios satélites assim como de outros países. Agora o plano é mais ambicioso e entrar de cabeça nessa "corrida espacial" que a Ásia começa a liderar.
A corrida espacial dos tempos de guerra fria foi transferida para a Ásia, apesar dos EUA ainda serem líderes no setor. Porém é inegável o investimento e consequente importância de potências asiáticas nessa "briga" especial.

Nesse sábado a China deu mais um passo para consolidar sua importância: sua primeira caminhada espacial. Fotos do astronauta Zhai Zhigang com uma bandeira chinesa empunhada já é notícia em todo mundo.

Com seu traje no valor de US$ 40 milhões o Sr. Zhai deu uma voltinha de 15 minutos lá fora enquanto os outros 2 astronautas ficaram coordenando lá de dentro. Depois de ter treinado exaustivamente em frente ao espelho Zhai disse ao sair da nave: "Estou me sentindo bem. Aproveito para saudar o povo chinês e os outros povos do mundo". Frases de impacto nesses momentos são tão importantes quanto a própria missão.


Ambições espaciais!

Não irei aqui falar em toda "propaganda" que um programa desse é.
Para impressionar estrangeiros e os próprios chineses não há nada melhor. Mas, sem dúvida, pode trazer bons avanços na área para toda a humanidade.

E, como sabemos, a China não irá parar por aí. Essa é a terceira vez que eles vão dar uma voltinha no espaço e a primeira em que realmente sentem "a brisa espacial" no rosto. O país é o terceiro do planeta terra a enviar astronautas para o espaço porém, dessa vez, tiveram o auxílio do segundo: a Rússia.

Interessante ver que esse programa chinês é feito "à margem" dos EUA. Para essa missão a Rússia deu 13 trajes espaciais próprios para uma boa caminhada espacial. Com essa ajuda os chineses conseguiram desenvolver seu próprio traje em apenas 2 anos e meio quando, sozinhos, iriam demorar 8 anos. A união faz a força, não é mesmo?

Essa missão foi apenas o primeiro passo da maior ambição chinesa: construir um laboratório espacial! Os três passos para tanto são:

- Enviar astronautas para o espaço - FEITO
- Acoplar espaçonaves e assim montar um laboratório
- Construir uma estação espacial

Tudo isso até 2010! Aguardem: Shenzhou 8 e 9 já vão chegar!

* A foto é da Xinhua.
A Nasa e a Jaxa (agência de exploração aeroespacial japonesa) assinaram um acordo nessa semana que visa o desenvolvimento de um novo avião supersônico que o Japão planeja ser concretizado antes de 2030.

A pretensão desse trabalho é fazer com que o "boom sônico" se torne silencioso e assim viabilizar o comércio aeronaves supersônicas. O objetivo é fazer o sucessor do franco-britânico Concorde que é o único avião supersônico da história, mas atualmente está fora de uso comercial.
Nesta segunda-feira a astronauta sul-coreana, Yi So-yeon, foi recebida no aeroporto de Incheon, em Seul, com flores e muitas comemorações.

Em sua entrevista coletiva a 49ª mulher a viajar na órbita da Terra se disse muito feliz com o apoio que recebeu e agora deve se dedicar a divulgar e desenvolver o programa espacial do país. "O mais importante que aprendi, enquanto recebia treinamento e exercia minha missão na ISS, foi o fato de que um país nunca pode ser uma potência espacial sem interesse e apoio por parte de muita gente", disse a cosmonauta.

Com um investimento de mais de U$ 20 milhões Yi permaneceu no espaço dez dias e realizou 18 experimentos científicos e agora será a embaixadora da ciência e tecnologia. Apesar do aspecto saudável ela confessou que sofre de algumas doenças, devido ao impacto da aterrissagem no último dia 19.

Seu próximo compromisso será uma reunião com o presidente do país Lee Myung-bak nesta quarta-feira. Ela ainda se reunirá com o ministro da Educação e Ciência e Tecnologia, Kim Do-yeon, para falar sobre a viagem.

Em sua agenda apertada ainda se encontrará com as crianças nas cidades de Daejon e, em Gwangju, antes de viajar à Rússia no dia 20. E, como não poderia deixar de acontecer, Yi irá para Nova York para uma reunião com o secretário-geral da ONU, o também sul-coreano Ba Ki-moon.
Vinte minutos depois, 420 quilômetros longe do lugar inicialmente marcado, a cápsula espacial Soyuz aterrisou no Cazaquistão trazendo de volta a 1ª astronauta sul-coreana, Yi So-Yeon, de 29 anos.

Ao que tudo indica todos estão bem e sua missão foi realizada com sucesso. Agora, todos irão para Moscou onde irão fazer um trabalho de recuperação de 2 meses.
Justamente ontem, às 20:16 (horário de Seul) a Coréia do Sul se tornou o 36º país a mandar um astronauta para o espaço.

Alías, uma astronauta, Yi So-yeon, 29 anos, que junto com os russos Sergei Volkov e Oleg Kononenko partiram da nave Soyuz TMA-12 do Centro Espacial Baikonur no Cazaquistão rumo a ISS.

A Soyuz TMA-12 deve chegar a ISS às 22h (no horário de Seul, algo como 11h no horário de Brasília) depois de circundar a terra 34 vezes.

Como sabemos Yi So-yeon só foi escolhida depois que Ko San foi expulso dos treinamentos por indisciplina. E nesse momento histórico milhares de sul-coreanos se reuniram em frente ao palácio do Governo em Seul para assistir o lançamento da nave. O primeiro-ministro Lee Myung-bak e a primeira-dama Kim Yoon-ok também estavam presentes na cerimônia.

A nova heroína sul-coreana deve retornar à terra no próximo dia 19 e ir para Moscou fazer um tratamento de recuperação. Volta para seu país no final do mês.
Tento acompanhar um pouco sobre a Corrida Espacial na Ásia aqui no blog. Agora a notícia que chega é a maior particiação da Jaxa (agência espacial japonesa) na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

No final de março o ônibus espacial Endeavour (dos EUA) retornou à Terra depois de entregar à ISS a 1ª parte do laboratório espacial japonês Kibo, no qual o país investiu US$ 10 bilhões. Tudo para não ficar atrás.

Então, para acompanhar esse maior investimento a Jaxa já está recrutando astronautas. É a primeira ação desta em dez anos e serão escolhidas 3 pessoas que serão anunciadas em fevereiro de 2009 e passarão por um treinamento de dois anos na Nasa (agência espacial norte-americana, vale lembrar).
Na semana passada membros da empresa aeroespacial da Rússia "Vozdushny Start" (algo como "Decolagem") estiveram na Indonésia para darem os passos finais em busca de um projeto espacial bilateral.

Esse projeto deve ser sediado na ilha de Biak, no aeroporto local Frans Kaisiepo e consistirá no lançamento de satélites através de aviões. Os países querem aproveitar o crescente mercado de serviços espaciais no Sudeste Asiático, na África e América Latina.
Em setembro passado a Coréia do Sul abriu um concurso para escolher seu primeiro astronauta. Receberam a inscrição de 36 mil candidatos e o escolhido foi Ko San, um engenheiro de computadores de 30 anos. Aí então ele recebeu um treinamento no Centro de Preparação de Cosmonautas Yuri Gagarin, na Rússia.

Porém, ele desobedeceu a Agência Russa disse que San cometia repetidos erros de protocolo como tirar manuais de treinamento do cen tro espacial sem permissão, por lá e foi excluído da missão que irá para a Estação Espacial Internacional (ISS) no dia 8 de abril.

Já quem ficou em segundo lugar no concurso foi Yi So-yeon, estudante de bioengenharia de 29 anos, e agora será ela primeira astronauta sul-coreana. Apesar da opinião pública ter ficado chateada no começo pela exclusão de Ko San, agora já começa a mudar.

Especialmente por ser uma sociedade dominada por homens, diversos grupos de mulheres afirmaram que a escolha de Yi pode elevar o status feminino.

Kim Ji-young, professor universitário que chefia a Federação Coreana das Associações de Mulheres na Ciência e Tecnologia, disse: "Ela vai ser um modelo e vai encorajar mulheres coreanas que querem entrar na ciência e na tecnologia, áreas onde mulheres enfrentam grandes dificuldades para encontrar empregos entre os homens".

Para se ter uma idéia da importância disso, não somente para a Coréia do Sul, até hoje 34 países há mandaram 470 astronautas para o espaço, somente cerca de 50 deles eram mulheres.

Eu particulamente acho que isso pode ser muito bom para o programa espacial sul-coreano (somente nessa viagem eles estão gastando US$ 27 milhões), pois entendo que é até uma chance de fazer de Yi So-yeon um símbolo do país e até da corrida espacial na Ásia.
O ambicioso plano espacial chinês dará mais um grande passo em outubro. Nesse momento o país treina 14 taikonautas para a primeira caminhada espacial do país, quando a nave Shenzhou VII sair da terra levará apenas 3 escolhidos.

Segundo Qi Faren, um dos responsáveis pelo projeto, as etapas anteriores como as missões de 2003 e 2005, foram realizadas com sucesso e a capacidade de se mover no espaço é essencial para a construção de uma estação espacial do país em 2020.
É a China fazendo missões espaciais, o Japão mandando satélites, a Índia com um programa espacial ambicioso, mas, e a Coréia do Sul? Não quer ficar atrás também.

Foi anunciada no começo desta semana uma parceria entre a Kaist (Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coréia, uma faculdade pública do país), e a Nasa. O programa tem o objetivo de fazer pesquisas voltadas à área espacial como pequenos satélites e desenvolvimento de veículo com controle remoto para a exploração da superfície lunar, por exemplo.

É uma tentativa da Coréia do Sul e acompanhar a “corrida espacial” asiática e também da Nasa de se manter pioneira no setor. Isso deve ser bom para ambas as partes. Vale dizer que em seu centro de pesquisa a Kaist desenvolveu o primeiro satélite do país no começo dos anos 90.

E os sul-coreanos também têm uma agenda espacial ambiciosa, seguindo os passos de seus vizinhos. Em 2020 o país pretende lançar sua primeira sonda lunar, e, em 2025, a 2ª sonda deve posar na lua.
E a primeira fotografia do programa espacial chinês da Lua já está sob suspeita. Ao ver a foto divulgado no dia 26 de novembro muitos internautas disseram que nada mais era que uma cópia de outra foto feita pela Nasa em 2005.

Os rumaores se tornaram tão fortes e, porque não, impactantes, que o chefe do programa espacial chinês, Ouyang Ziyuan, teve de vir a público para desmentir. Segundo ele é uma coincidência, pois "as duas fotografias foram tiradas na mesma região, e por isso há semelhanças, mas ao ser observada com atenção é possível ver as diferenças".

E realmente há duas crateras na foto chinesa que não há na americana. De qualquer maneira, levanta suspeitas sobre o primeiro satélite lunar chinês, Chang'E 1?

É uma espécie de guerra fria, só que na Ásia. E no espaço. Estamos discutindo essa corrida espacial não declarada na Ásia nos últimos tempos e a China, é claro, não tem planos de ficar atrás.

Semanas após o Japão lançar seu satélite na órbita lunar os chineses lançaram, ontem, sua primeira sonda ao espaço sideral. A Índia deve lançar uma missão similar em abril do ano que vem, e os EUA também planejam fazer o mesmo em 2008. Haverá um trânsito espacial, problema que será discutido mais ardentemente pelas gerações futuras.

O lançamento da sonda Chang I 1 (assim como no caso japonês há um porque do nome: na mitologia chinesa "Chang E" é considerada a deusa da lua) foi transmitido pela CCTV (a TV Estatal Chinesa) e aconteceu a partir da província de Sichuan, onde está localizado a base de Xichan. Essa sonda deve ficar explorando a lua por um ano e tem previsão para entrar em órbita lunar em 12 dias, transmitindo na metade do mês que vem suas primeiras fotos.

Tudo isso faz parte de um plano mais ambicioso que teve seu 'pontapé oficial' em 2003, com o primeiro cosmonauta chinês dando volta no espaço e retornando a terra. Nas próximas 2 décadas os chineses devem se firmar como uma potência espacial com missões programadas para retirar amostras da Lua e depois até mandar um cosmonauta para lá.

Sobre isso temos de ponderar que há grande receio internacional em relação ao poderio espacial chinês e não se trata somente de quem está perdendo nessa corrida. Em janeiro a China destruiu um de seus satélites espaciais aqui da terra e causou temor quanto aos seus objetivos, que eles alegam serem totalmente pacíficos.

Como Hu Jintao reforçou na semana passado durante o 17º Congresso do Partido Comunista a China deve focar no "desenvolvimento científico" e, claro, projetos espaciais devem ser ajudados. Para se ter uma idéia nessa missão foram gastos US$186 milhões, a maior verba chinesa destinada ao programa espacial chinês.

A CCTV exibiu um especial de 7 horas sobre essa missão e o projeto espacial do país e, mais que apenas orgulho nacional e prestígio internacional a China quer garantir um futuro para sua economia e mostrar seu crescimento, deixando de ser um país a produzir apenas produtos de baixo valor agregado.

"O projeto Chang E é apenas uma parte do plano estratégico chinês para ciência e tecnologia, defesa e segurança nacional. A China vai continuar com seus planos espaciais, não importando quantos obstáculos terá no caminho" disse o especialista Wang Xiangsui. É mais um episódio de tantos outros e que já está abalando a comunidade internacional.


Conforme falamos ontem, hoje, dia 10 de outubro é o Dia Nacional em Taiwan. E esta é a foto da parada militar que aconteceu por lá, um aviso para a China.

Fonte: Agência Reuters, Nicky Loh.




O malasiano Muszaphar Shukor se tornou o primeiro astronauta muçulmano a ir ao espaço. Ele está a bordo da nave russa Soyuz TMA-11 e ficará por lá cerca de 9 dias, sem deixar de rezar em direção a Meca e ainda em jejum pelo ramadã.

Fonte: Agência EFE, Yuri Kochetov.

A Ásia está crescendo e, cada vez mais, se torna uma grande concorrente para outros países que até então eram únicos em uma determinada área, em um determinado mercado. Hoje vamos falar um pouco sobre a corrida espacial.

Quando pensamos em tecnologia espacial logo nos remetemos aos EUA, ou até mesmo a União Soviética, não é verdade? 50 anos depois do lançamento do Sputnik (dia 4 de outubro de 1957) não é somente um país que ameaça a hegemonia dos EUA, mas sim, vários.

Vamos nos ater em alguns poucos fatos. Em 2003, a China fez sua primeira viagem espacial tripulada, o taikonauta Yang Liwei virou herói nacional. Pois é, até o fim deste ano os chineses irão lançar outra missão e desta vez o destino é a lua. Alías, quem abriu as portas da lua para a Ásia foi ninguém menos que o Japão neste último 14 de setembro, quando sua sonda lunar foi lançada e, em 2012 e 2018 mandará novas missões para a lua. Até a primeira metade de 2008 será a vez da Índia que tem 60 projetos lunares planejados até 2013.

Para termos uma idéia como está sendo a disputa pelo espaço basta olharmos os seguintes números: em 2004, cerca de 500,000 engenheiros se formaram na China, esse número é de 200,000 na Índia e "apenas" 70,000 nos EUA. Aqui a preocupação americana se justifica.

Tanto a Índia quanto a China e o Japão já cogitam mandar homens para a lua na próxima década, enquanto os EUA apontam seu retorno 48 anos depois de sua primeira visita, em 2020.

Cientistas americanos alegam que não conseguiram fazer com que as novas gerações se interessassem pelo espaço e que isso afetará seus planos e dificultará a posição de pioneiros nessa área. Neil DeGrasse Tyson, diretor do Planetário Hayden, disse:"Na América, ao contrário da nossa imagem, não somos mais líderes mas simples jogadores".

Talvez isso não seja 'culpa' dos EUA, assim como acontece em outras áreas muitos países começam a sentir a concorrência asiática e isso se deve à competência e planejamento deles.