

Muitas áreas foram afetadas, muitas pessoas continuam nascendo deformadas por conta disso e o governo vietnamita tem de investir permanentemente para aliviar esses efeitos. Para se ter uma ideia do problema: 20% das florestas do país foram destruídas por conta disso e se calcula que 4,8 milhões de vietnamitas foram expostos ao agente laranja, 400 mil morreram e 500 mil crianças nasceram com deformações graças a ele.
E segundo o governo há 3 grandes áreas mais afetadas atualmente: o aeroporto de Bien Hoa, em Ho Chi Min, e as ex-bases americanas em Phu Cat e Danang. Segundo a ONU para "limpar" essas três áreas seriam necessários US$ 59 milhões e a ajuda já começou.
Os EUA e a ONU, através do seu órgão Pnud, irão iniciar um programa de US$ 5 milhões, que é pouco na verdade, para ajudar a limpar as áreas mais afetadas pelo agente laranja. Em 2007 os EUA já haviam doado US$ 9 milhões para programas parecidos.
Agente laranja e os americanos
Se o tal agente continua afetando a vida dos vietnamitas na época foi usado para destruir as florestas que serviam como esconderijo para os locais. Mas, como saber que não afetaria americanos combatendo no solo? Simplesmente não se sabia e se jogava lá.
Por conta disso veteranos americanos processaram, em 1984, as empresas que produziam o tal agente. E ganharam US$ 93 milhões. Impressionante? Quase o dobro necessário para se limpar as áreas que continuam causando transtornos para o povo vietnamita.
Hatoyama chegou ao cargo quebrando quase 60 anos consecutivos do rival PLD no cargo. E uma de suas promessas de campanha era: retirar as bases militares norte-americanas do país. Aparentemente nada mais justo que um estado soberano decidir internamente sobre o caso, mas não é tão simples assim.
Hatoyama não é o primeiro PM a querer fazer isso desde 1947 quando EUA e Japão firmaram acordo para a instalação das mesmas e os japoneses renunciaram de se armar tornando-se assim dependente dos americanos na área de defesa.

Mas como mudar a constituição de seu país em um assunto tão delicado especialmente quando essas bases são fundamentais para as pretensões da nação mais bem armada do mundo? Será que os 51% da população japonesa a favor de uma mudança constitucional na área é o suficiente?Para dificultar as pretensões de Hatoyama as tensões Coréia do Sul e Norte cresceram devido ao ataque ao navio sul-coreano Cheonan (alegadamente feito pelos norte-coreanos) e a permanente tensão China-Taiwan que, a qualquer momento, pode se tornar mais séria dependendo dos políticos locais. Ou seja, retórica e justificativas para se manter a base aonde está e como está os americanos e conservadores japoneses tem de monte.
E, pior que isso, o Japão realmente não está preparado para enfrentar, por exemplo, uma Coréia do Norte nuclear se essa for a eventualidade. No máximo poderá se defender de ataques "normais" e não por muito tempo.
Essa realidade então coloca os japoneses entre duas opções na área de defesa: ou continuar com seu plano pacífico e simplesmente aceitar a política norte-americana para a Ásia ou romper com esse plano (o que não seria fácil já que os EUA não desistiriam tão facilmente) e desenvolver seus próprios métodos de defesa. O que, devido as tensões locais, teria de ser um plano muito ambicioso e caro. Não há meio termo para essa questão.
Hatoyama, com o fracasso de sua principal proposta e uma popularidade abaixo de 20%, decidiu então renunciar para não prejudicar a imagem de seu partido nas eleições para a câmara alta do Parlamento em julho desse ano. E, se ele não é o primeiro político a não cumprir o que promete, fica essa lição: não prometa algo que não lhe cabe decidir sozinho.
Enquanto isso lá na ilha de Okinawa, onde 75% dos militares americanos ainda estão locados, os moradores, que correspondem a 1% da população japonesa, continuam reclamando e vendo barbaridades acontecerem. Já os militares dos EUA continuam com direitos quase diplomáticos: qualquer crime que cometam por lá não será julgado localmente e sim conforme as leis americanas.
Cada um pode tirar mais claramente suas conclusões sobre o futuro das bases norte-americanas no Japão agora e se até os próximos PMs do país irão falar sobre o assunto.
Só em 2009 a Ásia já criou mais 15,4 gigawatts (GW) dessa fonte, enquanto a Europa fez mais10,5 GW e a América do Norte mais 10,9 GW.
Você, brasileiro, quer saber aonde nosso país está? Atualmente tem cerca de 605 megawatts de energia eólica. A meta é chegar até 2020 com 10 GW. Ou seja, cerca de 1 GW por ano apenas... não poderíamos/ deveríamos ser mais ambiciosos?
Bom, voltemos para a Ásia. O maior produtor de energia eólica é a China com 13,8 GW. E tem de ser mesmo, senão o país para. Em 2º lugar está os EUA com 9,9 GW e o 3º lugar surge bem atrás, a Espanha com 2,5 GW e a Alemanha com 1,9. Claro, a necessidade desses dois últimos é bem menor que os dois primeiros, certo?
Esse tipo de energia é muito interessante e deveria ser melhor explorada mas, como tudo, depende de boa vontade política. Ou, como é no caso chinês, a necessidade.
Pouca diferença, mas, como sabemos, esse número só deve crescer e, alías, essa região deve ser a grande responsável pela recuperação do setor já que no ano passado teve um prejuízo de cerca de US$ 11 bilhões.
Eis a lista dos mais afetados por medidas contra importação segundo o Global Trade Alert (GTA):
1º) China: 337 medidas;
2º) União Europeia (UE): 276;
3º) Estados Unidos: 213;
4º) Japão: 173;
5º) Coreia do Sul: 154;
6º) Tailândia: 142;
7º) Brasil: 136.
E a briga vai longe, é UE x EUA, China x EUA, Vietnã x UE... o diretor da OMC, Pascal Lamy, vai ter um bom trabalho pela frente...
Afim de parar com o crescimento do programa nucelar os EUA e Europa tentam colocar severas sanções ao Irã para pressioná-los. Há aí um grande porém: qualquer sanção tem de ser aprovada no Conselho de Segurança das Nações Unidas e quem não vota para que isso aconteça? Isso, a China!
Junto da Rússia a China sempre se mostra reticente de adotar qualquer sanção contra o Irã alegando preferir negociar acima de tudo. Mas os chineses tem um grande motivo para não querer nenhuma sanção: Beijing é o 2º maior comprador do pretróleo iraniano.
Além disso, é claro, já comprometeu bilhões de dólares em investimento na infraestrutura do gás e do petróleo no país. Então, mesmo acreditando profundamente no diálogo, porque a China estragaria seus investimentos, não é verdade?
E os EUA?
Somente com as palavras os americanos não acham que devem convencer os chineses a adotar nenhuma sanção contra os iranianos. Então já está partindo para a ação.
Uma estratégia interessante de Washington é justamente diminuir a importação de petróleo iraniano por Beijing incentivando que países árabes aumentem suas exportações para o gigante asiático.
E, apesar de se esperar resultados em médio prazo eles já começam a aparecer: os Emirados Árabes Unidos prometeram aumentar sua exportação de petróleo para a China de 50 mil barris diários para 150/ 200 mil nos primeiros 6 meses deste ano.
A Arábia Saudita também se mostrou disposta a fazer o mesmo e ainda pensa em usar seu grande consumo de armamento e mesmo de produtos chineses para pressionar Beijing a se distanciar de Teerã.
Enfim...
A política internacional, para qualquer assunto, passa cada vez mais pela China e, infelizmente, se há algo que eles aprenderam, inclusive com essas mesmas nações que agora apelam para eles recuarem, é que eles não precisam abrir mão de nada.

Depois de alguns atos de violência por motivos estritamente raciais contra 30 alunos asiáticos na South Philadelphia High School, eles resolveram parar de ir as aulas nas escolas da Filadélfia. Obviamente pedem mais segurança e o fim desse topo de atitude. Infelizmente esse tipo de atitude ainda existe, não somente contra asiáticos ou nos EUA.
Os problemas são diversos e, até certo ponto, naturais de acontecerem. Tudo bem. Mas o problema maior é: quem trabalha nessas bases são intocáveis perante a do país em que está instalada.
Dessa vez filhos de oficiais que trabalham na base aérea de Yokota tentaram matar uma mulher de 23 anos que andava de moto. Eram quatro adolescentes entre 15 e 18 anos que esticaram uma corda em uma rua e a essa mulher, que fraturou alguns ossos, foi parar no hospital.
A polícia japonesa pegou um pedido de prisão para eles e foi até a base militar. Eles foram entregues a polícia? Claro, que não!
E esse é só mais um problema com a "imunidade" que se tem por lá. Não é um preço muito alto a se pagar?
Já viu o filme "O Senhor das Armas" com Nicolas Cage? Bom, se viu sabe que é baseado na vida do russo Viktor Bout que está preso a cerca de um ano na Tailândia.
Pois então o governo americano pediu a extradição do mesmo e o governo tailandês negou. E agora? Se em 72 horas os americanos não recorrerem Viktor, que forneceu armas pra Deus e Diabo, será colocado em liberdade.
Hoje, mais uma vez, o final dessa "missão" foi adiado. Agora o Japão só sai do oceano índico no dia 15 de janeiro do ano que vem. No dia de 3 janeiro provavelmente iremos ouvir que foi adiado novamente.
É claro que não sairá de lá até os EUA autorizarem. Afinal, como maior parceiro na Ásia dos americanos, o Japão precisará de ajuda caso a Coréia do Norte queira brincar de batalha naval.
No dia 17 de março as americanas Laura Ling e Euna Lee foram detidas na fronteira do país com a China enquanto faziam uma matéria sobre tráfico de mulheres para o "San Francisco Current TV". Ou seja, em menos de 4 meses o assunto foi resolvido, pelo menos no ponto de vista norte-coreano.
Em tempo, é interessante saber que a Current TV é uma TV Online do ex-vice-presidente dos EUA, ativista do meio-ambiente, Al Gore. E, até o momento, choca o silêncio do site em relação ao assunto. Pior, até retiraram comentários de usuários sobre o caso do site. Me pergunto o porque e não sei responder.
Ling e Lee foram acusadas por "entrada ilegal e atos hostis, com base nos documentos sobre seus crimes". Entrada ilegal? Tenho de concordar, mas que atos hostis seriam esses?
Vendo o veridicto da imparcial justiça norte-coreana conseguimos entender. Elas foram condenadas a 12 anos de trabalhos forçados por "grave crime contra a nação". As aspas são dos norte-coreanos e significa que ninguém pode falar ou investigar os podres do governo local.
Os EUA já avisou que não vai deixar barato e essa pode ser uma boa justificativa de fazer algo mais sério contra os norte-coreanos. A Coréia do Sul deverá apoiar qualquer ação americana e, juntando isso à questão nuclear, só posso imaginar que sairá algo "explosivo" dessa situação.
Foi uma queda acentuada: de 817 milhões de toneladas do minério brasileiro em abril para 480 milhões em maio.
Se olharmos os principais parceiros comerciais do Brasil fica fácil notar a importância chinesa. As exportações para os EUA caíram 40,7% nos cinco primeiros meses de 2009 ante o mesmo período do ano passado, as vendas para a União Européia caíram 28% e as chinesas aumentaram 35,6%.
Assim a Ásia, em grande parte por causa da China é óbvio, se torna o principal bloco comprador de produtos brasileiros. Vamos aos números: 25,7% das exportações "made in Brazil" tem a Ásia como destino, sendo 13,9% só a China; outros 23,1% foram exportados para a UE e os EUA compraram somente 10,8% do total exportado pelos brasileiros.
Com essa crise, sendo a China um importante motor para o mundo sair dela, a tendência é que os chineses se firmem cada vez mais nessa posição, não?

Se ela nunca foi tão famosa assim me parece que esse ano seus planos é de ficar bastante na mídia: oito trabalhos na TV e filmes, um CD e um livro a serem lançados!
Os filmes pode-se olhar no link lá em cima, o disco ainda está sendo produzido mas ela já comentou sobre uma música chamada 'Cluck Yourself' que falará sobre como a mídia a vê. E o livro, uma espécio de auto-biografia, se intitulará "Minha vida como uma louca celebridade". Interessante, ou não.
Muito criticada por seu comportamento, tanto nos EUA quanto na China, Bai Ling meio "sem pátria" e muito difícil de se entender.
Bom, de qualquer maneira não sei porque falei tudo isso, fica aqui o blog dela para os fãs e quem quiser conferir mais sobre ela.
A reaproximação dos dois países foi marcada pela chamada "política do ping-pong" com Richard Nixon há 37 anos. Desde então é essa novela sem fim e esta semana teve alguns capítulos interessantes.
Nessa quarta-feira a Câmara de Representantes dos EUA reafirmou seu compromisso com a segurança de Taiwan, em vigor há 30 anos. Ou seja, quem mexer com Taiwan terá de se ver com os americanos. O Ministério de Relações Exteriores chinês disse que o Congresso americano ignorou a posição da China. Ignorou, ignora e vai continuar ignorando para manter sua posição na Ásia, os chineses sabem disso.
No mesmo dia o Pentágono disse que o desenvolvimento militar chinês ameaça o equilíbrio regional. Regional ou americano? Pediu mais transparência dos chineses e o fato ainda é que o investimento chinês nessa área não é nem 20% do americano. Isso porque sua população é maior e divide mais fronteiras com outros países que os EUA.
Então fica assim: os EUA mantém suas posições na Ásia usando como justificativa (entre tantas outras coisas) o crescente poderio militar chinês. Os chineses investem cada vez mais em seu exército dizendo (entre tantas outras coisas também) que é necessário manter sua "integridade nacional", o que inclui a sempre possível guerra contra Taiwan. Enfim, um uso o outro e o outro usa o um para justificar suas ações.
Como resposta ao "desequilíbrio regional", presente do relatório anual da pretensa polícia mundial, o Pentágono, a chancelaria chinesa respondeu: "os EUA precisam perder a mentalidade de guerra fria". Uma boa resposta eu penso.
É necessário lembrar que a tensão militar entre os dois países aumentou no começo desse mês quando navios dos dois países se encontraram em Hainan, território chinês. Os chineses acusaram os americanos de espionagem e, sinceramente, alguém duvida?
Enquanto brigam nesse setor as duas partes sabem que dependem um do outro para sobreviver economicamente, então, a tendência é que continue esse jogo de cartas marcadas, uma grande encenação onde, nenhum dos dois lados, é tão confiável assim.
O primeiro caso é das jornalistas norte-americanas Laura Ling (de origem chinesa) e Euna Lee (de origem coreana) que estavam na fronteira do país com a China para fazer uma reportagem sobre os refugiados norte-coreanos no território chinês. Esse caso ainda deve render alguns capítulos e, porque não, podem entrar na confusão que é essa negociação do desarmamento nuclear.
O segundo caso é o reestabelecimento das linhas de comunicação militares com a Coréia do Sul que haviam sido cortados como protesto ao exercício militar conjunto que o Sul fez com os EUA que os norte-coreanos consideraram como "prenúncio" de uma possível invasão.O terceiro caso é o pedido de Pyongyang para que os EUA não doe mais alimentos ao país. Muito estranho pois, até onde sei, a situação alimentar no país é precária e os americanos doaram 169.000 toneladas de alimentos entre 2008 e 09.
Por fim há o caso do lançamento do satélite que se desconfia ser um míssil de longo-alcance. A minha conclusão é que, ou os norte-coreanos são muito inteligentes e todas essas situações irão se converter em seu benefício no futuro, ou eles são muito desorganizados!
Na Ásia os norte-americanos justificam sua presença militar por alguns motivos como: ameaça norte-coreana e aumento do poderia militar chinês. Me arrisco a apontar esses dois aspectos como os principais.
A presença nas Filipinas é de longa data, lembrando que o país já foi colônia americana e teve ajuda para combater os japoneses na confusão antecedente da 2ª Guerra Mundial na chamada "Batalha das Filipinas", entre 1941/42.Pois com as Filipinas há um acordo que prevê exercícios militares conjuntos e combate à rede islâmica separatista "Abu Sayyaf" (que significa "carregador da espada"), suspeita de ter ligações com a Al-Qaeda. Esse grupo, atuante em algumas ilhas das Filipinas, pede a criação de um estado islâmico independente em um país majoritariamente católico.
Não irei me alongar muito neste assunto pois não é o objetivo deste post. Pois com toda essa cooperação militar os países assinaram um acordo, vigente desde 1999, chamado de "Acordo de Forças Visitantes".
Esse acordo diz que qualquer militar americano que cometa algum crime nas Filipinas não será julgado pela lei local, e sim pelo exército americano. Um verdadeiro absurdo e atentado contra a justiça que já acontece em outros países que tem a "honra" de ter bases militares americanas em seu território.
No último domingo, dia internacional das mulheres, o grupo ativista filipino "Gabriela" fez uma passeata em direção do Palácio de Malacañang, na capital do país. O protesto tinha, entre outras coisas, pedir o fim desse tal "Acordo de Forças Visitantes" que, na visão do grupo e eu assino embaixo, acaba com a dignidade e possibilidade de se defender das mulheres que sofreram algum abuso por parte dos militares americanos.
A secretária-geral, Emmi de Jesus disse: "não há melhor momento que o Dia da Mulher para que milhares de filipinas deem um passo adiante e reivindiquem a dignidade da mulher e defendam a soberania nacional contra a intervenção dos EUA".
Outro objetivo da passeata era (e ainda é) acabar com os acordos considerados desfavoráveis ao povo filipino. Nada mais justo do que clamar pela chamada "soberania nacional".
Por mais que o combate ao grupo Abu Sayyaf seja (não sei da visão do povo filipino) democrático não se pode ultrapassar a linha de, nesse caso direitos-humanos, em nome disso. Não se pode usar a palavra "democracia" para se tirar o direito de terceiros como foi feito na "guerra contra o terror" de George W. Bush. Espero que a presidente filipina, Gloria Arroyo, tenha a coragem de atender o clamor popular.
Porém o lançamento desse tal satélite atravessaria o território japonês, com parte do foguete de lançamento caindo no mar do Japão, e isso já está causando muito incômodo na comunidade internacional. O gabinete ministerial japonês já se pronunciou dizendo que derrubará qualquer objeto que passe pelo seu território e se apoiam em leis internacionais para fazê-lo. Aqui já pode começar a chance de uma guerra.
Mas é satélite mesmo?
A segunda possibilidade de se começar uma guerra é a dúvida de países como Coréia do Sul, Japão e EUA que se trata de um satélite e não de um foquete balístico. Convenhamos que essa desconfiança é mais que justificada.
Os países citados acima estão recorrendo à ONU para tentar barrar esse lançamento. Acredito que a ONU só poderá interferir se os norte-coreanos estiverem chantageando e querendo usar esse susposto lançamento como moeda de troca nas negociações para o desarmamento nuclear.
Alías é isso que eu acho. Pois pensemos um pouco, como um país pobre que não consegue alimentar o próprio povo consegue desenvolver tantos artefatos de alta tecnologia? Será que a mão-de-obra norte-coreana é tão especializada assim? Claro, podemos pensar que o dinheiro do país inteiro vai para esses projetos megalomaníacos; é a única possibilidade.
Vamos ver até onde a ONU vai conseguir agir. A Coréia do Sul e o Japão pedem o cancelamento desse lançamento e querem retaliações do Conselho de Segurança caso isso aconteça. Vamos ver o que a nossa querida ONU vai conseguir fazer.
Uma das ações da AIG para enfrentar essa crise é realmente vender partes de seus negócios ao redor do mundo. Já obteve a singela ajuda do governo norte-americano de US$ 150 milhões que hoje controla mais de 80% da empresa e, mesmo assim....
A negociação caminha para a venda de 49% da AIA (American International Assurance) por US$ 20 bilhões. Caso isso se concretize será mais uma gigante americana a ser vendida, ao menos em parte, para uma empresa asiática.
Esses soldados deverão sair de Okinawa, onde a maioria dos marines estão instalados, até 2014. E, o interessante é que os japoneses ainda vão "contribuir" com US$ 6 bilhões nessa operação.
Juro que não entendo essa "lógica" de manter bases militares em outros países. Há diversos casos de estupros e afins feitos por esses soldados americanos (gostaria muito de saber se algum já foi punido ou levado a julgamento no Japão) e, claro, há reclamações de toda baderna por lá. Se alguém souber a lógica de, além desses problemas, ter de bancar com o dinheiro do contribuinte japonês, por favor, me explique!
