Pouca diferença, mas, como sabemos, esse número só deve crescer e, alías, essa região deve ser a grande responsável pela recuperação do setor já que no ano passado teve um prejuízo de cerca de US$ 11 bilhões.
Pouca diferença, mas, como sabemos, esse número só deve crescer e, alías, essa região deve ser a grande responsável pela recuperação do setor já que no ano passado teve um prejuízo de cerca de US$ 11 bilhões.
Eis a lista dos mais afetados por medidas contra importação segundo o Global Trade Alert (GTA):
1º) China: 337 medidas;
2º) União Europeia (UE): 276;
3º) Estados Unidos: 213;
4º) Japão: 173;
5º) Coreia do Sul: 154;
6º) Tailândia: 142;
7º) Brasil: 136.
E a briga vai longe, é UE x EUA, China x EUA, Vietnã x UE... o diretor da OMC, Pascal Lamy, vai ter um bom trabalho pela frente...
Na última quinta-feira um importante acordo entre a Índia e a ASEAN (que, como sabemos tem 10 países como sócios) foi selado o acordo que promete aumentar em até 60 bilhões de dólares em sete anos.
Um grande impulso para os 11 países envolvidos, sem dúvida, já que hoje a Índia ainda é o 7º parceiro da ASEAN. Um acerto desse bloco que tem em seu quadro de sócios Mianmar.

O Vietnã, nós sabemos, tem o apelido de "pequena China" por seu roubusto crescimento econômico. Não há dúvidas do potencial de crescimento do comércio entre os dois países e isso já vem acorrendo nos últimos anos. Em 2005 a balança do comércio bilateral ficou em aproximadamente US$ 113,8 milhões, saltou para US$ 204 milhões em 2006, e em 2007 fechou em US$ 323 milhões. Mais que dobrou! Mas o objetivo para 2010 é triplicar e saltar para US$ 1 bilhão.
Lula também assinou 4 acordos com o presidente vietnamita, Nguyen Minh Triet, foram eles: um para estimular a cooperação na luta contra a pobreza e a fome (como? não sei, pode ser mais um daqueles acordos que ficam apenas no papel); o 2º acordo destinado à ciência e tecnologia; o 3º terceiro na área de esportes e o 4º visa a criação de uma comissão mista governamental que cuidará dos interesses comuns em relação ao aumento da competitividade econômica e ao fortalecimento das políticas internas de inclusão social.
Nesta noite Lula irá ao Timor-Leste e terminará sua "mini-tour" asiática na Indonésia.
Uma pesquisa feita pela Info-Tech Research apontou que 75% das empresas asiáticas já implementaram em seu dia-a-dia medidas para a redução de energia que incluem pequenas atitudes como desligar o computador quando não está sendo utilizado e comprar somente equipamentos com consumo mais eficientes.
Os números são bem altos se comparados com os EUA onde apenas 35% das empresas adotam essa atitude.
O comércio exterior chinês cresce com taxas impressionantes, mas não somente recebendo dinheiro estrangeiro, agora empresas chinesas também estão investindo em outros países.
Em 2002 cerca de 60 mil empresas chinesas investiram cerca de US$ 2,5 bilhões em outros países. Já no ano passado 120 mil empresas investiram US$ 20 bilhões, um aumento de 7 vezes!
De acordo com a "Xinhua", o comércio exterior chinês ficou em US$ 2,17 trilhões em 2007, em 2002 foi de US$ 620,8 bilhões. Mais comentários seriam redundantes.
Nesta segunda-feira 50 mil pessoas protestaram contra a TLC em Seul e houve violência. A polícia diz ter detido 100 manifestantes e que dez policiais ficaram feridos. Já os organizadores dos protestos disseram que cerca de 50 manifestantes foram feridos, muitos dos quais levaram golpes de cassetetes nas cabeças. Os manifestantes eram compostos por fazendeiros e trabalhadores de diversas áreas do país.Por sua vez, nos EUA, Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, também se diz contra a assinatura afirmando que não cria "um terreno igual" para fabricantes automobilísticos americanos.
O governo sul-coreano já mandou o acordo para a Assembléia Nacional e o presidente, Roh Moo-hyun, disse que o pacto dará à Coréia do Sul uma chance de se mover em frente com sua economia. Esse acordo, que agora se encontra levemente ameaçado, será o maior para os EUA em termos de volumes negociados desde a negociação do Nafta e, para a Coréia do Sul, também será o maior pacto de livre comércio.
