De um tempo para cá alguns técnicos brasileiros, pouco conhecidos e/ ou reconhecidos em seu país, estão fazendo grande sucesso na Ásia, assim como alguns jogadores. Podemos até voltar um pouco no tempo, quando Zico foi para o Japão e começou a fazer do futebol um esporte popular por lá e, em 2004, levou a seleção nipônica ao bi-campeonato da Ásia.
Essa última edição da Copa da Ásia também foi disputada por técnicos brasileiros: Jorvan Vieira, com o surpreendente Iraque, e Hélio dos Anjos, com a Arábia Saudita. E, pela primeira vez em uma final, o Iraque foi o campeão unindo sunitas e xiitas. A maior comemoração em um país que está em guerra civil.
Na Coréia do Sul Sérgio Farias (foto) está fazendo uma boa campanha com o Pohang levando o time para as finais da Fa-Cup e K-League, campanha que vem chamando a atenção de outros clubes asiáticos. Recentemente Jorge Barcellos, técnico da seleção feminina de futebol que foi vice-campeã no mundial disputado na China, era um dos cotados para assumir o cargo de técnico na própria seleção chinesa. A francesa Elisabeth Loisel acabou sendo escolhida.
Agora no Catar Marcos Paqueta, que comandou a Arábia Saudita na Copa do Mundo de 2006, dirige agora o Al-Gharafa que é líder da Competição Nacional com diferença de cinco pontos para o segundo colocado. Alías, nesse mesmo time Araújo, ex-Cruzeiro, vem se destacando na competição como artilheiro do time.
E, no mesmo Al-Gharafa, só que nas divisões de base, Leonardo Vitorino que fez muito sucesso nos EUA, lidera também a competição nacional e já é cotado para assumir a Seleção Nacional Sub 23 no próximo ano. Hoje são 65 brasileiros trabalhando no futebol do Catar.
Sem dúvida os técnicos brasileiros vem fazendo bastante sucesso no exterior. O tetracampeonato de 1994, comandado então por Carlos Alberto Parreira, fez com que os comandantes brasileiros em outras seleções em 1998 se multiplicassem. Com o penta de 2002, comandado por Luiz Felipe Scolari, esse fenômeno se repetiu em 2006. Sem dúvida o Brasil pode ajudar muitos países a profissionalizar seu futebol e, eis uma boa oportunidade de ajudar a região economicamente mais dinâmica do planeta: a ásia.
E, apesar desse sucesso todo, de técnicos e jogadores brasileiros, os times brasileiros não são conhecidos por lá, muito diferente de Milão e Barcelona que fazem frequentes viagens para o continente asiático. É interessante notar que muitos times europeus tem mais torcida na Ásia do que em seu país de origem, como é o caso do Manchester United. Será que o Brasil perderá essa oportunidade de aumentar sua presença no maior mercado potencial mesmo sendo os brasileiros referências nesse esporte?
Essa última edição da Copa da Ásia também foi disputada por técnicos brasileiros: Jorvan Vieira, com o surpreendente Iraque, e Hélio dos Anjos, com a Arábia Saudita. E, pela primeira vez em uma final, o Iraque foi o campeão unindo sunitas e xiitas. A maior comemoração em um país que está em guerra civil.Na Coréia do Sul Sérgio Farias (foto) está fazendo uma boa campanha com o Pohang levando o time para as finais da Fa-Cup e K-League, campanha que vem chamando a atenção de outros clubes asiáticos. Recentemente Jorge Barcellos, técnico da seleção feminina de futebol que foi vice-campeã no mundial disputado na China, era um dos cotados para assumir o cargo de técnico na própria seleção chinesa. A francesa Elisabeth Loisel acabou sendo escolhida.
Agora no Catar Marcos Paqueta, que comandou a Arábia Saudita na Copa do Mundo de 2006, dirige agora o Al-Gharafa que é líder da Competição Nacional com diferença de cinco pontos para o segundo colocado. Alías, nesse mesmo time Araújo, ex-Cruzeiro, vem se destacando na competição como artilheiro do time.
E, no mesmo Al-Gharafa, só que nas divisões de base, Leonardo Vitorino que fez muito sucesso nos EUA, lidera também a competição nacional e já é cotado para assumir a Seleção Nacional Sub 23 no próximo ano. Hoje são 65 brasileiros trabalhando no futebol do Catar.
Sem dúvida os técnicos brasileiros vem fazendo bastante sucesso no exterior. O tetracampeonato de 1994, comandado então por Carlos Alberto Parreira, fez com que os comandantes brasileiros em outras seleções em 1998 se multiplicassem. Com o penta de 2002, comandado por Luiz Felipe Scolari, esse fenômeno se repetiu em 2006. Sem dúvida o Brasil pode ajudar muitos países a profissionalizar seu futebol e, eis uma boa oportunidade de ajudar a região economicamente mais dinâmica do planeta: a ásia.
E, apesar desse sucesso todo, de técnicos e jogadores brasileiros, os times brasileiros não são conhecidos por lá, muito diferente de Milão e Barcelona que fazem frequentes viagens para o continente asiático. É interessante notar que muitos times europeus tem mais torcida na Ásia do que em seu país de origem, como é o caso do Manchester United. Será que o Brasil perderá essa oportunidade de aumentar sua presença no maior mercado potencial mesmo sendo os brasileiros referências nesse esporte?

Comments (1)
Realmente..Leonardo e um excelente treinador!!!!