Como todos os visitantes desse humilde blog, que se esforça em entender e compartilhar com vocês, acompanham a situação no Paquistão vamos agora conversar mais sobre os mais recentes acontecimentos. A declaração do estado de exceção pelo presidente Pervez Musharraf já foi feita.
Mas porque? Ele não acabou de ser reeleito? Sim, e aparentemente é justamente por isso que foi instalado o estado de exceção. Acontece que o Supremo Tribunal deveria decidir em breve a validade da eleição presidencial que acaba de acontecer, com o país dessa maneira isso não deve acontecer. Esse estado também dá para Musharraf poderes extraordinários e especialistas dizem que ele deve usar de tudo para até adiar as eleições gerais previstas para janeiro.

Na aparência Musharraf e seus ministros garantem que as eleições devem acontecer mas que há riscos que ela seja adiada. Um motivo dado por Musharraf é de responder à crescente militância islâmica no país - detentor de bombas nucleares e que, realmente, vem assustando a todos.
Alías, o estado de exceção aconteceu depois de Benazir Bhutto, ex-primeira-ministra e principal líder da oposição que acaba de chegar ao país para, possivelmente negociar o poder, viajar para Dubai para visitar sua família. Bhutto alertou que, caso esse estado de exceção acontecesse, haveria fortes protestos nas ruas. E é isso que se está passando no momento.
Neste domingo a polícia prendeu centenas de opositores que protestavam nas ruas contra Musharraf, um movimento de advogados já convocou uma greve no país inteiro para esta segunda-feira a fim de protestar contra a medida. Estados Unidos, França, China e outros países já manifestaram preocupação com o Paquistão. Será que a situação poderá piorar até pedir uma interferência internacional? É cedo para dizer qualquer coisa, mas o Paquistão não pode pagar o preço de adiar as reformas que estão caminhando.
Mas porque? Ele não acabou de ser reeleito? Sim, e aparentemente é justamente por isso que foi instalado o estado de exceção. Acontece que o Supremo Tribunal deveria decidir em breve a validade da eleição presidencial que acaba de acontecer, com o país dessa maneira isso não deve acontecer. Esse estado também dá para Musharraf poderes extraordinários e especialistas dizem que ele deve usar de tudo para até adiar as eleições gerais previstas para janeiro.

Na aparência Musharraf e seus ministros garantem que as eleições devem acontecer mas que há riscos que ela seja adiada. Um motivo dado por Musharraf é de responder à crescente militância islâmica no país - detentor de bombas nucleares e que, realmente, vem assustando a todos.
Alías, o estado de exceção aconteceu depois de Benazir Bhutto, ex-primeira-ministra e principal líder da oposição que acaba de chegar ao país para, possivelmente negociar o poder, viajar para Dubai para visitar sua família. Bhutto alertou que, caso esse estado de exceção acontecesse, haveria fortes protestos nas ruas. E é isso que se está passando no momento.
Neste domingo a polícia prendeu centenas de opositores que protestavam nas ruas contra Musharraf, um movimento de advogados já convocou uma greve no país inteiro para esta segunda-feira a fim de protestar contra a medida. Estados Unidos, França, China e outros países já manifestaram preocupação com o Paquistão. Será que a situação poderá piorar até pedir uma interferência internacional? É cedo para dizer qualquer coisa, mas o Paquistão não pode pagar o preço de adiar as reformas que estão caminhando.

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