Os Estados Unidos da América mantém algumas bases militares ao redor do mundo. Coréia do Sul e Japão têm as suas. E os americanos estão sempre atentos para policiar se algo está estranho ao redor do mundo. Dessa vez, sorte da Indonésia.
Sem recursos o Ministério da Defesa da Indonésia reconhece que não consegue policiar o Estreito de Makassar, que está situado entre Bornéu e as ilhas Célebes (da Indonésia), e que são consideradas pela Agência Marítima Internacional como as águas mais perigosas do mundo.
Por isso os EUA irão instalar sete radares por lá a fim de alertar sobre possíveis atos terroristas em seus 800 quilômetros de comprimento.
E não é a primeira vez que os EUA fazem esse tipo de ajuda. Em 2004 ajudou a instalar cinco radares no Estreito de Málaca, que é administrado de forma conjunta por Indonésia, Malásia e Cingapura, e desde então a atividade criminosa na região diminuíram 70%.
Sem recursos o Ministério da Defesa da Indonésia reconhece que não consegue policiar o Estreito de Makassar, que está situado entre Bornéu e as ilhas Célebes (da Indonésia), e que são consideradas pela Agência Marítima Internacional como as águas mais perigosas do mundo.
Por isso os EUA irão instalar sete radares por lá a fim de alertar sobre possíveis atos terroristas em seus 800 quilômetros de comprimento.
E não é a primeira vez que os EUA fazem esse tipo de ajuda. Em 2004 ajudou a instalar cinco radares no Estreito de Málaca, que é administrado de forma conjunta por Indonésia, Malásia e Cingapura, e desde então a atividade criminosa na região diminuíram 70%.

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