Desde 1949 os países separados pelo estreito de Formosa não fazem um acordo tão grande como este: cerca de 800 produtos terão suas tarifas reduzidas para a circulação entre os dois lados.

As negociações entre Beijing e Taipei foram feitas pela Associação para as Relações através do Estreito (ARATS) e a Fundação Intercâmbios do Estreito (SEF), respectivamente.

Mas o que isso representa para as relações sino-taiuanesas?

Maior aproximação para uma futura unificação, ou um "mal necessário" para a economia da "ilha rebelde"?


A oposição do país, que tem sua força no Partido Progressista Democrático, do ex-presidente Chen Shui-bian, diz que esse acordo representa um "cavalo de tróia" de Beijing para esse processo de unificação.

Por outro lado há o governo do Kuomitang, liderado pelo atual presidente Ma Ying-Jeou que, desde que assumiu o cargo, vem fazendo políticas de aproximação, que vê no acordo um passo necessário para a sobrvivência comercial de Taiwan.

Qualquer dessas duas versões só serão validadas por ações futuras e, tanto pode representar um grande passo para uma futura unificação, quanto um passo contra ela uma vez que uma das maiores atrações para essa ação é justamente a comercial. Com um bom acordo de livre-comércio em mãos será que Taiwan aceitaria sua unificação a China?

É esperar para ver, mas o dinheiro, num primeiro momento, continua a ser algo que supera qualquer posição política, quem sabe não será a ponte para outra ação no estreito.

Comments (1)

On 9 de fevereiro de 2012 22:06 , Lista Telefonica disse...

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