A ásia tem 3 dos maiores mercados de internet: Japão, Índia e China. E com maior potencial de crescimento também. Já faz algum tempo que a China quer criar uma internet 'paralela' para sair do monopólio americano. E agora, todo o continente asiático terá seu próprio domínio, o '.asia'.

O lançamento do domínio vem um ano depois do Europeu '.eu' e promete ser um dos mais desejos e usados a partir de agora, complementando os domínios locais como '.cn' (China) e '.jp' (Japão).

A empresa que ganhou o direito de controlar o domínio, DotAsia de Hong Kong, declarou através de Edmon Chung: "O domínio .asia vai agir como um canal ou um portal, mostrando seu comprometimento com o mercado asiático. Nossas pesquisas descobriram que o .asia é um dos termos mais procurados, então com um site assim, seu ranking no Google ou Yahoo será muito maior".

Empresas e governos já poderão registrar seus sites com esse domínio por um período de experiência e o público geral poderá fazer isso somente a partir de fevereiro. O preço é variado, pode custar de 10 até a casa de centenas de dólares.

Edmon Chung ainda disse esperar que empresas de turismos governamentais ou não, se sintam atraídos pelo novo domínio. Especialmente daqueles países e cidades que usam a palavra "ásia" no slogan como Hong Kong ("A cidade global da Ásia") e "Malásia. Verdadeiramente Ásia".

Para saber mais entre no site, em inglês, da DotAsia:
www.dotasia.org

Comments (3)

On 10 de outubro de 2007 17:06 , Paulo Ceglia disse...

Fala luiz! ficou bem legal ein, parabéns pelo blog! Curti, principalmentes as curiosidades como a bandeira e talz.. parabéns!

 
On 15 de outubro de 2007 13:22 , Anônimo disse...

Imagino que a maior parte dos sites vão estar em línguas asiáticas, mas espero que muitos sejam bilingues (quem sabe tailandês/português ;) ) para que facilite o contato com o lado de cá do mundo.

 
On 15 de outubro de 2007 16:39 , Luiz Barretto disse...

Sim, acredito que deve variar de empresa para empresa, mas sem dúvida é um grande avanço para os asiáticos. Talvez aqui na América latina também devêssemos fazer isso, não?