Primeiro as ruins e expressas:

- Pelo menos 15 pessoas ficaram feridas e outras 16 morreram após a explosão em uma fábrica de fogos de artifício no sudoeste do país;

- Mais 34 pessoas morreram e outras 21 ficaram feridas em um incêndio numa fábrica de sapatos na cidade de Putian, província de Fujian;

Agora as boas e as rápidas:

- Segundo estudo da Boston Consulting Group (BCG) em 2015 a China será o segundo maior mercado do mundo. O estudo foi feito baseada no consumo de 4.258 pessoas em 13 cidades chinesas e conclui que a maioria planeja gastar mais. É claro, a economia anima e muito: o país cresceu entre três e cinco vezes mais rápido que os países desenvolvidos nos últimos 50 anos;

- Venezuela e China criaram um fundo de investimentos de 4.196 milhões de euros;

- Um estudo Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) indica que o Brasil perdeu para a China mais de 1 bilhão de dólares em exportação para os Estados Unidos no ano passado. Segundo a Fiesp se esse ritmo continuar o país deixará de exportar quase a metade de suas vendas para os americanos que somaram 26,17 bilhões de dólares em 2006;

- Taiwan planeja desenvolver uma bomba não-letal de grafite capaz de interromper o fornecimento de energia elétrica na China. Essa bomba tem um custo estipulado em US$ 16 milhões e deve começar a ser desenvolvida no início de 2008;

- O representante da UE para o Comércio Exterior, Peter Mandelson, disse nesse domingo: "A China deve tomar mais medidas para remediar os crescentes desequilíbrios na balança comercial com a União Européia (UE) se quiser que a sua relação com o bloco continue a progredir". Pode ser um sinal que a UE começa a endurecer seu relacionamento quanto à política cambial do país. Há certa razão nessa preocupação: o superávit comercial da China com a UE alcançou 86 bilhões de euros só nos primeiros sete meses deste ano.