A grande maioria da população tailandesa é budista, isso é bem sabido. Assim muito entram na vida religiosa como um meio de se sustentar, no Brasil um "correspondente" seria ingressar no exército talvez.

Atualmente porém parte da sociedade civil e até mesmo clérigos estão reclamando de um comportamente considerado "afeminado" dos jovens monges.

Visando então acabar/ reduzir com o uso de maquiagem e túnicas apertadas (fico imaginando como é uma túnica assim) autoridades do país estão adotando aulas de "boas maneiras" em um seminário budista no norte do país. Se "pegar", a pretensão é aumentar esse curso.

O que me chama atenção primeiramente é a aparente incompatibilidade com uma vida celibata e de auto-disciplina. Não que um homossexual não possa ser um monge, pois já que será celibato, qual é a grande diferença?

Outro aspecto que me chama a atenção e é fato é similar ao que acontece na classe política brasileira: exercem não pelo talento em fazê-lo, mas pela recompensa financeira. Tudo bem, no caso dos monges duvido que tenham grandes lucros, mas ao menos não morrem de fome.

E, por fim, é digno de nota ressaltar que a Tailândia é um dos países mais tolerantes com a homosexualidade na Ásia, onde se fala abertamente sobre isso. Uma das "atrações" do país são justamente os travestis que mais parecem mulheres mesmo.

Comments (3)

On 30 de abril de 2009 18:20 , Tami disse...

"pois já que será celibato, qual é a grande diferença?"

há coisas q eu o morrer sem entender.
Preconceito por puro preconceito eh uma delas!

 
On 30 de abril de 2009 20:32 , Luiz Barretto disse...

Olá Tami,

Não sei se entendi o que você quis dizer...
De qualquer maneira, é bem capaz que eu tenha me expressado de maneira errada, nesse caso eu lamento!

 
On 2 de maio de 2009 00:48 , Tami disse...

não estou falando do q vc acha mas sim da materia sobre tentar "desafeminar" os monges!

vc pensou certo pq se eh celibato ke diferença faz q eh gay ou não?