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Sinopse: uma nave alienígena cai na terra, nos EUA, e deixa o presidente de lá de tal maneira irreconhecível que os ET's não tem o que fazer. Para rememdar o acidente eles escolhem garota que estava passando por lá e a colocam no cargo mais poderoso do mundo. Para que todos acreditem que a garota é a nova presidente eles tem de fazer uma lavagem cerebral em toda humanidade.

Faz algum sentido?

Desenvolvido pela ALcot o game "Minha namorada é a Presidente" (幼なじみは大統領 / Osananajimi wa Daitouryou) foi lançado no final do mês de outubro no Japão e ainda tem entre seus personagens o primeiro-ministro russo Vladmir Putin, ou melhor, Irina Vladimirovna Putina.

Confira o trailer:


Você acha isso audacioso, não? Eu acho!

E se você colocar o Papa Bento XVI nessa confusão? Aí sim! Pois o conservador Papa também está lá e sua principal frase é: "Os pecadores devem arder no fogo do inferno!".



Pelo que vi o personagem mais normal é um panda falante.

Não sei direito aonde o erotismo de encaixa nesse game, mas deve fazer algum sentido no meio disso tudo. Não sei você, mas eu estou afim de jogar!
Uma apresentação, possivelmente histórica, aconteceu nessa quarta-feira no Vaticano. Conforme anunciado já anteriormente o Papa Bento 16 recebeu a Orquestra Filarmônica da China e Coro da Ópera de Xangai, em um salão lotado da Santa Sé, para ouvir músicas como "Réquiem" de Mozart e tantas outras do folclore chinês.

Vamos revisar um pouco a história: A República Popular da China é fundade em 1949. Rompe com o Vaticano em 1951. Oficialmente o país é ateu. Na época mais ferrenha do comunismo os devotos de qualquer religião eram até torturados para largar a religião. Hoje há duas igrejas católicas na China: a fiel ao Papa e a oficial.

Bom, se as relações não são das melhores esse concerto pode ajudar na abertura de uma diálogo. Ou não, o Governo Chinês não pode ser taxado de "previsível", não é verdade?

De olho no "maior mercado" do mundo Bento 16 estabeleceu como prioridade de seu papado a melhoria das relações com os chineses. Em junho do ano passado o Papa inclusive publicou uma carta dizendo que quer restabelecer relações diplomáticas normais com o gigante asiático.

Esse concerto está já sendo comparado à diplomacia do "pingue-pongue" feito na década de 1970 quando jogos entre equipes levaram ao estabelecimento de relações entre os governos norte-americano e chinês. Daí pra frente sabemos o resultado.

Em sua mensagem Bento 16 declarou: "Ao recebê-los nesta noite, meus estimados artistas chineses, o papa pretende estender a mão a toda a população chinesa, e em especial aos seus companheiros de cidadania que compartilham da fé em Jesus e que estão unidos por meio de um laço espiritual especial com o Sucessor de Pedro".
Agora, na época de páscoa, apesar de muitos nem saberem o porque do feriado, o Papa Bento XVI fará algo interessante durante a encenação da Via Crucis, no Coliseu de Roma.

As meditações de Bento XVI serão dedicadas às perseguições e sofrimentos da Igreja Católica na China. Quem redigiu o texto foi Joseph Zen Ze-Kiun, Cardeal de Hong Kong, uma das figuras católicas mais importantes na região.

As relações entre o Vaticano e Beijing foram cortadas em 1951 e, desde então, há duas igrejas católicas no país: a oficial, reconhecida pelo governo chinês e outra clandestina, que segue o Papa.

Isso, além de atritos, causa desinformações: segundo o Vaticano existem entre 8 e 12 milhões de católicos na China. Já Beijing fala em 5 milhões de católicos.

Zen Ze-Kiun disse sobre essa dedicatória aos chineses: "Com esse gesto o Papa pretende manifestar sua preocupação pessoal pelo continente asiático e rechear o discurso com esse rito de piedade cristã aos fiéis da China".