Achei muito interessante. Dêem uma olhada nessa foto.
Parece ser no Japão, mas não é. É em Londres, e isso acontece porque o prefeito da cidade, Boris Johson, resolveu adotá-la na região de Oxford Circus, que é bastante movimentada por ser uma região de compras.
Veja que a idéia japonesa é muito simples: atravesse em todas as direções possíveis e trânsito tem de parar de uma vez. Legal, coragem dos londrinos adotarem isso por lá!
Nos próximos meses ouviremos falar do sucesso, ou não, dessa implantação.
Eu sinceramente não sei porque comemorar, mas comemoram.
Mais poluição e mais trânsito nas ruas chinesas: a GM e suas filiais no país 181.148 veículos em setembro, totalizando quase 1,3 milhão de carros nesse ano. Um aumento de 55,6% nas vendas, um novo recorde.
E isso é só da GM!

Imagens que valem muito mais que qualquer descrição que eu tente fazer aqui.
A criatividade chinesa vai longe hein!


Em São Paulo o 1º ônibus movido a hidrogênio da América Latina começou a circular este mês. Emissão zero de poluentes, o que é muito necessário para essa cidade.
Já na Coréia do Sul alguns cientistas querem apresentar outra solução para o problema da poluição: fazer com que a pista que o carro ande gere a energia para ele se locomover.
O projeto está sendo desenvolvido pelo Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul (KAIST) e já apresentou seus primeiros resultados: a energia vem do atrito com tiras embutidas na estrada e é guardada em uma bateria com 1/5 do tamanho da tradicional. Assim o carro tem autonomia para rodar 80 quilômetros.
E para os coreanos este é um assunto urgente já que a capital Seul está passando por um processo de aquecimento 3 vezes mais rápido que a média mundial.
Acho que o único incoveniente é esse "trilho" atrás...
* Essa matéria é da Época Negócios, feita por Marcos Todeschini que foi conhecer a estrutura dessa gigante montadora chinesa in loco.
É um podcast que vale a pena ouvir pois, em breve, você pode ter um carro deles, vai saber...
É só clicar no post para ir direto ao site da Época.
Ele tem 60 quilos, 2,7 metros de comprimento, 1,3 metro de largura e 1,65 metro de altura, e a carroceria é feita de bambu.
Feito pela Universidade de Kyoto é um verdadeiro carro ecológico pois é movido a bateria, chegando ao máximo de 50 km por hora.
Aqui em São Paulo seria uma boa já que, com os recordes de trânsito que estamos batendo, o carro não passa de 30 km/h e, ao menos, não nos mataríamos com a poluição.
Uma boa notícia para um consumo mais sustentável e talvez uma ajuda para melhorar as contas da japonesa Mitsubishi começou a ser fabricada hoje na fábrica da empresa em Okayama.
O carro elétrico i MiEV utiliza motores alimentados por baterias de íon-lítio e alcança até 180 km/h com autonomia para andar 200 quilômetros até se reabastecer.
É uma aposta da Mitsubishi que já tem 2.000 encomendas do modelo e deve lançar o carro em julho no Japão primeiramente para clientes corporativos e em 2010 ao grande público.
Entre no site da Mitsubishi para conferir dados mais técnicos do i MiEV (em inglês) ou confira a matéria da Quatro Rodas quando do lançamento do modelo no Salão de Tóquio.
Cedo ou tarde um automóvel desse tipo ia chegar ao mercado e a montadora chinesa BYD será responsável por isso.
O 1º carro híbrido-elétrico a ser fabricado em massa foi batizado de F3DM tem um funcionamento simples: baterias carregadas em tomadas com autonomia de 100 quilômetros. Se passar disso, daí usa-se o motor de gasolina "reserva".
Os primeiros modelos já começaram a ser vendidos para táxis e agências do governo por um preço de US$ 22 mil. Acessível. O planejamento é de começar a exportar esses carros para os EUA e Europa em 2011.
Por ser um país com uma população tão grande a poluição afeta suas grandes cidades, chegando a causar constrangimentos durante as Olimpíadas. No entanto hoje a China já conta com muitas motocicletas elétricas (se bobear a maioria, não sei) e, sobre esses carros, a previsão de analistas é que, até 2020, 30% das unidades vendidas no mercado interno sejam assim. Um alívio considerável na poluição.
O mercado automobilístico do Brasil está crescendo a cada mês e ainda há potencial de crescer muito mais. Nesse blog não cabe criticar a política da preferência ao transporte individual em detrimento ao público adotado no país algumas décadas atrás. O fato é que as montadoras internacionais estão de olho no principal mercado latino-americano.
Agora foi a vez da sul-coreana Hyundai Motor Company anunciar a instalação de uma fábrica em Piracicaba, cidade do estado de São Paulo. A empresa é a sexta maior do mundo e pretende investir nessa nova planta US$ 600 milhões para produzir 100 mil carros anualmente.
Esse terreno em Piracicaba tem 130 hectares e hoje é uma plantação de cana-de-açúcar. A prefeitura local irá comprá-lo e "doá-lo" à Hyundai além de fornecer outros incentivos fiscais. Assim não é difícil decidir-se pelo local, não é?
Mais coreanos
A segunda fábrica da Hyundai no Brasil (a primeira é uma "concessão" para o grupo brasileiro CAOA que está instalada em Anápolis, Goiânia) também deverá trazer fornecedores de autopeças coreanos consigo. Ao menos outras 20 empresas do país estuda instalar fábricas aqui em investimentos avaliados entre US$ 250 e US$ 400 milhões.
O Brasil fica sendo então o 7º país a ter uma fábrica da Hyundai (contem aí, eles tem na Coréia, EUA<>
O título desse post não surpreende, não é?
Mas é uma notícia rápida: esse carro se chama Jiangnan Alto e custa US$ 3.785 no mercado chinês. Porém, ressalto que ele é desenvolvido pela japonesa Suzuki, ou seja, tudo asiático.
Interessante é também notar que o futuro carro mais barato do mundo também é asiático: da indiana Tata com o modelo Nano, que deve ser comercializado por R$ 2,5 mil.

No dia de ontem a fabricante japonesa de carros Honda começou a fabricar o "FCX Clarity", um sedã médio de quatro portas movido apenas a hidrogênio e eletricidade e que emite vapor d'água, ao invés de fumaça de monóxido e dióxido de carbono.
Os primeiros carros começarão a serem vendidos no mercado norte-americano em julho, e só chegará ao japonês em setembro. Segundo a empresa o carro oferece três vezes mais eficiência com combustível do que um carro convencional movido a gasolina, gerando 620 km de autonomia por tanque.
A empresa planeja produzir 200 unidades nos próximos três anos e a venda só será feita por contratos de leasing, que durará o mesmo tempo. No total o preço será de US$ 21.600, incluindo US$ 600 por mês com seguro e manutenção.
Essa foto é da apresentação do Clarity que contou com a participação do presidente da Honda, Takeo Fukui, e da atriz canadense Laura Harris.
Nessa "guerra" a notícia boa é que a Toyota, arqui-rival da Honda, anunciou que desenvolveu um veículo capaz de rodar 830 km com um tanque de hidrogênio. Ainda assim as grandes dificuldades de produção desses carros são os altos custos, mas é uma boa esperança.

Depois de alguma espera o mercado brasileiro vai conhecer um carro chinês. A montadora Changhe começará a vender via Effa Motors alguns de seus modelos. São carros picape e van, cujo preço mínimo será de R$ 22.980.
Assim a Changhe começa a vender os carros mais baratos do país, mas somente em 6 concessionárias da grande São Paulo. A intenção inicial é vender 200 unidades por mês.
E, para driblar a possível desconfiança dos consumidores a aposta é no pós-venda segundo José Geraldo Sampaio Moura, diretor-superintendente da importadora.
Então, sejam bem-vindos ao maravilhoso trânsito de São Paulo!
Mais um recorde totalmente excelente a ser batido na China. O cidadão Liu Suozhu dirigiu um carro equilibrando-se em dois cabos de aço através do rio Minluo, na cidade de Pingjiang, província de Hunan. O trajeto de 230 m durou cerca de meia-hora para ser percorrido.


Brasileiros e brasileiras, nas melhores lojas do ramo vocês poderão encontrar esses carros chineses mostrados acima. Mas não vão pensando que é tão barato, o M100 (o vermelho) está custando R$ 22,9 mil. Mais uma montadora asiática no Brasil, o trânsito de São Paulo que aguente agora!