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Essa é uma daquelas histórias (que começo mais Gilberto Dimenstein...) que só a internet proporciona.

Já não se sabe o quanto é verdade, o quanto já é "mito" nisso tudo mas tudo se passa num país onde pedir esmola é ilegal, na China.

Foi fotografado, muito provavelmente por acidente, um morador de rua extremamente fashion. Eu mal posso acreditar que seja realmente um mendigo. Dêem uma olhada nas fotos...















Logo Cheng Guo Rong (程国荣), 34 anos, viúvo, com dois filhos para criar, virou um fenômeno na internet chinesa e, rapidamente, mundial. Virou um ícone, um exemplo do homeless style que está entrando em voga nas passarelas internacionais. A diferença é que a roupa do Cheng não custa US$ 2.000,00.

Apelidado de "Brother Sharp" (犀利哥) ele já tem até perfil no Facebook e está colecionando um mitos sobre sua trajetória pessoal. Alguns dizem que ele é um ex-universitário que ficou louco depois de ser largado pela namorada. Outros blogueiros chineses já disseram que muitos já tentaram ajudá-lo, mas ele sempre fugiu. Dizem que tem problemas mentais também... bom, as versões são conflitantes com a informação de sua identidade conforme disse acima que, vai saber se é verdade...

O Governo de Ningbo está atrás do Brother Sharp para dar tratamento para ele mas o mito já está no ar... mais um que só poderia aparecer na internet.
..........?

Bom, esse tal prêmio para as pessoas que melhor sabem usar calça jeans é dado pela Associação Japonesa de Fabricantes de Jeans, e é intitulado Best Jeanist.

Esse ano a esposa do novo primeiro-ministro japonês Yukio Hatoyama que, basta, tem apelido de ET e ela mesma já afirmou ter tido contatos de 3º grau, foi uma das personalidades premiadas.

Na entrega Miyuki Hatoyama disse: "Este é um prêmio do qual realmente sentia falta, já que uso calças jeans quase todos os dias".

E, realmente, quem não sentiria falta desse tipo de premiação, certo?

Outros premiados foram o ator taiwanês Jerry Yan e o grupo pop japonês Speed.

A super modelo brasileira Gisele Bündchen conseguiu outro "marco" na sua carreira. A versão indiana da Vogue, que até então mostrava somente modelos do país, estampa na sua capa e em seu ensaio a modelo com trajes indianos e afins.

Na entrevista do ensaio Gisele também elogiou o tecido e as cores da cultura indiana. Bacana, e a revista saiu justamente no "ápice" da cultura indiana no Brasil, depois da novela Caminho das Índias.
Uma dica para os interessados, vale conferir essa exposição sobre a moda coreana com roupas que datam de antes de Cristo!

Local: Museu da Casa Brasileira 
Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano 
Data: de 8 a 26 de julho, de terça a domingo, das 10h às 18h 
Classificação indicativa: livre 
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados 
Informações: www.mcb.org.br – (1) 3032 3727 - Visitas orientadas: 3032-2564 agendamentomcb@terra.com.br 

Os japoneses realmente tem idéias geniais. Quando está frio fizeram aquele saco de areia que basta esfregar para esquentar. Já ajuda bastante para se manter em uma temperatura aceitável.

A mais nova invenção é esse terno gelado para os dias de calor mais intenso. Dá uma olhada na foto ao lado.

A empresa Haruyama está vendendo esse terno que possui bolsos especiais para depositar essas sacolas de gel congelado. E, não se preocupe, o terno tem uma tecnologia que não permite que fique molhado com o passar do tempo. Surpreendente!
Meio sem tempo pra postar, mas tão pouco quero deixar sem atualizar um post que seja.

Por isso recorro àquela lei da natureza onde "tudo se tranforma". No caso uma matéria do site da
Mauren Motta também vai ser usado por aqui.

A artista Gu Wenxia apresentou um vestido de noiva peculiar, feito de 2.009 penas de pavão e mais 60 jades. Levou 2 meses para ser feito e consumiu o trabalho de 80 artesãos.

Preço? 1,5 milhão de dólares, e o único noivo que provavelmente irá arranjar é um emputecido pavão!



A 25ª São Paulo Fashion Week que acontecerá entre 17 e 23 de junho na Bienal do Parque Ibirapuera contará com a participação de 50 grifes. Mas o interessante desta edição é que ela faz parte das comemorações oficiais do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.

Entre os eventos programados está a participação do estilista japonês Kenzo Takada que fará uma palestra sobre o processo de construção de sua marca e o movimento da moda japonesa dos anos 80.
Um estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa da Juventude Japonesa feito com 5.394 estudantes no Japão, Estados Unidos, China e Coréia do Sul chegou à seguinte conclusão: os adolescentes japoneses são mais suscetíveis a marcas do que as de outros países. Desses países pesquisados, é claro.

As respostas exemplificam bastante a juventude japonesa. Quando perguntados se são influenciados por anúncios em TV ou revistas: 56.5% disseram que sim. Nos outros países a margem ficou entre 32.6% e 45.9%.

A pesquisa ainda apontou que apenas 23.6% dos pais japoneses perguntam aos seus filhos adolescentes como eles gastam sua mesada. Para compararmos, nos Estados Unidos esse número é de 34,3%, na China é 50,2% e na Coréia do Sul 58.6%.

Quase todos os japoneses possuem seu próprio celular (telemóvel): 96.5%. E o estudo ainda colocou os japoneses em 1º lugar em perguntas como “você se recusa a vestir roupas fora de moda” ou “você se sente rico consumindo artigos de marca”.
Abaixo segue fotos de um desfile que aconteceu nessa segunda-feira em Jacarta, na Indonésia. Mas o que há de especial?

Os estilistas Afif Syakur, Muji Ananta, Kanchan Couture, Taruna Kusmayadi, Mardiana Ika e Fabio Renaldo levaram para a passarela roupas feitas com produtos recicláveis e orgânicos.

Como podem ver nas fotos da Reuters não deixa nada a dever para nenhuma roupa, pelo menos na aparência.
















Abaixo segue fotos da "Seul Fashion Week" que acontece na Coréia do Sul essa semana. Criada em 1990 o evento acontece duas vezes ao ano.